Aisthesis Lab_
Estúdio de Interfaces Críticas
No cruzamento entre arquitetura, arte e tecnologia, o Aisthesis Lab projeta interfaces críticas: espaços, exposições e plataformas que interrogam as lógicas contemporâneas da hibridização. Nossa prática não se limita a construir ou "curar"; instrumentalizamos o projeto para abrir novos campos de debate e materializar questões urgentes.
Nossa Prática Desdobra-se em:
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Espaços Críticos: Da escala arquitetônica às instalações midiáticas, criamos ambientes que materializam questões de tecnodiversidade, cidades conectadas e ecologias das redes. Projetos que são, em si, uma investigação espacial.
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Curadoria como Dispositivo: Nossas exposições funcionam como ecossistemas de ideias. Elas desmontam narrativas dominantes e reúnem artistas e públicos para cocriar significados, posicionando instituições na vanguarda do pensamento.
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Articulação de Comunidades: Por meio de publicações, seminários e projetos como a Metatopia, cultivamos um espaço aberto de polinização cruzada intelectual. Aqui, a curadoria expande-se para fomentar redes de conversação e pensamento coletivo.
Para Parceiros:
Trabalhamos com instituições, colecionadores, curadores e agentes culturais que compreendem o projeto como um ato de investigação coletiva. Nossos parceiros buscam uma voz autoral e um pensamento de fronteira para traduzir suas inquietações em iniciativas ousadas, fundamentadas e poeticamente relevantes.
Fundação:
Fundado em 2016 por Luciana de Paula Santos, arquiteta, arquiteta, designer, curadora e pesquisadora de doutorado, o estúdio funde uma trajetória sólida na gestão de projetos complexos com pesquisa acadêmica aplicada. Essa sinergia garante que cada iniciativa seja simultaneamente uma provocação estética e uma contribuição intelectual sólida.
Metatopia_
Metatopia é uma exposição colaborativa dedicada à criação, crítica e mostras de arquitetura híbrida, arte eletrônica, realidades mistas e mídias táticas e locativas. Em parceria com a The Wrong Biennale, a exposição Metatopia promoverá conversas e publicações semanais com artistas e convidados, durante o período da bienal, que vai de 1º de novembro de 2023 a 1º de maio de 2024.
Artistas, críticos, arquitetos, curadores, pesquisadores em geral são convidados a propor e colaborar com: arte digital, textos, curadores, protótipos, humor, palestras, pós ironia, performances, ações, festas virtuais, modelos 3D, jogos, Ar e Vr, projetos com mídias locativas, códigos, programas, aplicativos, protótipos experimentais, tecnologias de imagem, hiperficções especulativas, experiências audiovisuais, nanosatélites, poemas, cubosats, utopias e metatopias do ciberespaço e todos os tipos de inteligência aplicada para a autonomia e liberdade da inteligência coletiva em redes, para pensar novas formas de ocupar e habitar criativamente essas redes coletivas.
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Idealização e curadoria: Luciana de Paula Santos, AIsthesis Lab.
Errare machina est!
Metatopia launches its third edition with Delirium ex Machina, a curatorship born from within the digital fissure itself. Since its foundation in 2020, this project has been mapping the hybrid architectures of cyberspace. Today, it advances into its most intimate and flawed logic: that of hallucinating artificial intelligence.
This is not a new turn, but a consequence. Metatopia is an exhibition created by Aisthesis Lab, founded and directed by Luciana de Paula Santos, architect, artist, and curator. For years, she has explored algorithmic error as a critical bias capable of provoking deviations in the dominant logic of machines. This long-standing research is the foundation that legitimizes and drives this edition.
While Information and Communication Technologies (ICTs) have become a sort of "Deus ex Machina, an oracle of infallible precision, our curatorship, grounded in this archaeology of error, reveals a Delirium ex Machina. What emerges from the machine is not truth, but a structural delirium. Error is not a defect, but the signature of an intelligence possessed by its own contaminated database. It is the glitch that becomes a deviant oracle, challenging the utilitarian logic of the machine and, above all, flawed!
But what is machine hallucination? It is the symptom of an AI model that, in its eagerness to generate a plausible response from statistical patterns, invents information, confabulates realities, and creates distorted truths. It is the moment when the supposed algorithmic objectivity collapses, revealing an abyss of noise, biases, and hauntings contained within the data that feeds it.
We invite artists, curators, theorists, architects, and programmers to infiltrate this laboratory of generative crisis. We seek works that, following this same bias, force the machine to confess its delusions.
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Visualizations of the Algorithmic Unconscious;
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Artificial Intelligence Hallucinations;
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Semantic Contaminations of Databases;
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Viruses Spread in Databases.
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Archaeologies of Data Waste;
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Glitch as a Method of Machinic Deviation and Error.
Join us to the polyphony of error.
Errare machina est!


