Metatopia
Delirium ex Machina
Metatopia
Delirium ex Machina
Metatopia é uma galeria que, desde 2021, investiga as materialidades digitais e suas hibridizações das telecomunicações na arquitetura, no urbanismo, nas artes espaciais e em toda forma de manifestação estética e tecnológica que emerge da convergência entre espaço, imagem e informação.
Em 2025, Metatopia chega à sua terceira edição, em colaboração com a The Wrong Biennale, uma das maiores bienais internacionais de arte digital. Nesta edição, elegemos como tema “Delirium ex Machina”, compreendido como uma forma de criação que rompe com a lógica oracular e determinista das inteligências artificiais contemporâneas.
Delirium ex Machina nasce da expressão Deus ex Machina, que significa “Deus surgido da máquina”, referência clássica a soluções que emergem ex nihilo, do nada. A exposição propõe tensionar essa ideia, sugerindo que é a própria máquina que delira, produzindo ficções, narrativas e novas imagens possíveis.
Convidamos artistas, arquitetos, cientistas e escritores a explorar o delírio maquínico como potência poética e crítica, investigando as ficções produzidas por inteligências artificiais e suas reverberações nas fronteiras entre o humano e o não humano.
Metatopia é uma exposição produzida e sediada pelo Aisthesis Lab, fundado e dirigido por Luciana de Paula Santos, arquiteta, artista, curadora e doutoranda.
Chamada aberta:
Artistas
Onde estamos
Exposição
Alexandra Bouge | França
SETINME | 2020
Em meus filmes, mostro o vodu, a energia do universo.
FISH FARMING | 2020
Trabalhei sobre a violência humana contra os animais, as plantas e o meio ambiente.
FIRE CEREMONY | 2020
Em meus filmes, mostro o vodu, a energia do universo.
PROCESSION | 2021
Em meus filmes, mostro o vodu, a energia do universo.

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Sou cineasta, poeta e artista visual. Em 2022, fui selecionada para o Women’s International Film Festival Nigeria (WIFFEN), onde recebi uma Menção Honrosa pelo meu filme “Modern Agriculture”, e também para o Rotary Short Film Festival (Rofife), na Turquia. Em 2021, fui selecionada para a 34ª edição do “Instants Vidéo Numériques et Poétiques”, na Friche la Belle de Mai, em Marselha; para o 4º Multicultural Film Festival, em Toronto; para o Athens Digital Arts Festival / Hybrid Edition; para o International Short Film Festival Detmold, na Alemanha; para o International Ecological Film Festival To Save and Preserve, na Rússia; para o International Short Film Festival Oberhausen; e para o Dog Film Festival.
SITE DA ARTISTA: http://alexandrabouge.tumblr.com/
Alexander Limarev | Sibéria | Rússia
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Salut to Joseph Beuys | 2014
20 Beuyses paralelos; figurativos e abstratos

BIOGRAFIA DO ARTISTA
Alexander Limarev, artista independente, artista de arte postal, curador, coordenador de projetos de arte infantil, poeta visual e fotógrafo da Sibéria/Rússia. Participou de mais de 1000 projetos e exposições internacionais. Suas obras fazem parte de coleções particulares e de museus em 72 países.
SITE DO ARTISTA:
http://parallels2000.blogspot.com/2014/10/alexander-limarev-1964.html
Amal Alshoura | Emirados Árabes
Folie | 2025
Um estudo visual que transforma a fotografia editorial em terror, onde cada personagem personifica uma forma distinta de loucura, refletindo seus estados psicológicos internos.

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Amal Alshoura é uma graduada de 21 anos em Design Multimídia pela Universidade Americana de Sharjah, com uma sólida formação em cinema e animação. Sua experiência abrange direção, produção, edição, roteiro, direção de arte, design de som e animação, permitindo-lhe abordar projetos com uma perspectiva multidisciplinar. O trabalho de Amal frequentemente explora temas de comportamento humano e identidade cultural, refletindo seu interesse em questões sociais por meio de narrativas envolventes e subtextos visuais. Apaixonada por usar o cinema como ferramenta de reflexão e diálogo, ela continua a desenvolver sua voz como cineasta e produtora criativa, buscando criar histórias que impactem profundamente o público.
SITE DA ARTISTAhttps://www.instagram.com/amalalshoura/
Andrey Koens | São Paulo | Brasil
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Sem título | 2022
Andar em círculos é possivelmente um dos atos de preocupação mais repreensíveis. Como quando, em um filme, personagens em desespero, perdidos em uma floresta, percebem que estão presos ali em sua falta de sentido, enquanto uma câmera, fixa em um ponto específico, registra, repetidamente, seu retorno e frustração.
Nas imagens, dois movimentos são embaralhados pelo aprendizado confuso da máquina: no primeiro, o ato de se perder em uma paisagem que olhamos, mas não vemos; no segundo, o traçado de caminhos retos, feitos de linhas tortas.
"Já estive aqui antes" reflete sobre um retorno ao lugar da preocupação, uma espécie de ponto de partida onipresente, como um fantasma de futuros que ainda não temos, que possivelmente nem existirão, mas que jamais poderíamos perder.
Sem título (O mundo desnatural) | 2021
impressão gliclée em papel algodão matte, imagem digital por captura de tela em grande formatoúnico100 x 80 cm (39.4 x 31.5 in) - peça única.
A construção do mundo
Nelson Goodman em seu livro Ways of Worldmaking defende que a criação de novos mundos se dá no estabelecimento de novas perspectivas sobre um mesmo mundo e seus símbolos, onde todas as possibilidades residem. Assim, nesses trabalhos, a construção da paisagem de outros mundos vazios e genéricos serve de dispositivo alegórico para o tensionamento estético e a construção de narrativas e experimentos mentais.
Gaia desnaturada
É comum no Brasil ouvir o termo “mãe desnaturada”, geralmente como uma cobrança à mulher sobre a manutenção de uma postura tradicional e ditada por valores patriarcais. Fora desse contexto, a ideia de ‘desnatural’ soa estranha: não há espaço para o não natural, atípico, e assim não nos referimos a ele. Um outro uso mais específico da palavra, desnaturalizar-se, pode estar relacionado também a renúncia ou perda dos direitos de cidadão de um país. A expropriação do desnatural (no costume e na possibilidade individual) parecem ser um tema recorrente na tecnologia e seus modelos funcionais naturalizados: o aceite mandatório e compulsivo dos ToS (termos de serviço), cujas penalidades são a expulsão e o cancelamento. Não se referem aqui exclusivamente os termos das mídias sociais, mas também todo o tipo de “emprego” mediado pelas tecnologias atuais. O extrativismo predatório da existência humana está intimamente ligado àquele da natureza: quem é o indivíduo no bigdata, ou qual a importância de um único Jacarandá na floresta? As árvores somos nós, no melhor sentido. A partir disso, cria-se a relação: a gaia desnaturada vai sendo, pouco a pouco, expurgada dos pequenos pontos que arquitetam sua existência. Os pequenos vetores {x: float, y: float, z: float}, que se assemelham aos nossos corpos digitais, vão se exaurindo, sendo deletados, juntados e esculpidos, até que sobre apenas a sugestão do que foi uma paisagem.
Imagem computacional como pintura
Considerar estes trabalhos pinturas é como planejar de antemão um grande retorno conceitual: a imagem como conhecemos se desenvolve nas práticas pictóricas, e ao relembrar os conceitos mais primordiais da materialidade e plasticidade delas podemos evocar a pintura. Trata-se aqui da confluência entre mídias, mais que da negação de alguma específica. Para os trabalhos desta série, é interessante explorar sua materialidade. A produção das imagens tem relação com o extrativismo: os algoritmos que geram as núvens de pontos feitas à imagem das formações naturais são de grande consumo energético e físico, utilizando grandes quantidades de energia elétrica e memória alocada na parte física do computador, além do próprio trabalho de processamento. Como quem enche um balde de água, é necessário um “balde” para as informações, que ficam salvas como sequências de transistores ligados e desligados. O processo de criação aqui é próximo do criticado processo de mineração de criptomoedas; gera calor, barulho e informações, que podem ser capturadas e modeladas. A dimensão das imagens, bastante alta em algumas, também é importante pois, por serem capturadas da tela ao invés de renderizadas, tem uma correspondência direta com o tamanho físico das telas utilizadas no atelie. Outra correspondência conceitual à pintura é o pigmento: o trabalho é digital, mas sua finalização (para expor, comercializar etc) é em impressão sobre papel. Os pigmentos da impressão gliclée fine art são minerais, próximos dos utilizados na produção de tintas acrílicas e óleo; extraídos da natureza. O papel é de algodão, outro suporte comum na imagem pictórica. Assim, ao evocar as relações entre imagem digital e pictórica, desejo reafirmar as implicações teóricas e filosóficas do fato: o digital é o natural,
refinado.

ARTIST BIO
Andreas Koens | São Paulo, Brasil,
Koens se considera um pintor, embora suas obras representem um retorno conceitual à prática por meio de imagens computacionais, inteligência artificial e robótica, onde, apesar da construção digital, formaliza trabalhos concebidos para a fisicalidade de corpos e espaços. Atualmente, cursa mestrado em Artes Visuais no Instituto de Artes da UNESP, sob a orientação de Sérgio Romagnolo, onde investiga as tensões relativas às sensibilidades que subjetivam os dispositivos tecnológicos atuais, unindo a complexidade computacional às práticas tradicionais. De 2020 a 2023, integrou o GAIA (Grupo de Arte e Inteligência Artificial da FAUUSP/Inova USP), onde participou da organização e produção do projeto Demonumenta (2021).
SITE DO ARTISTA: https://koens.com.br
Andrew Reach | Cleveland | Ohio | Eua
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ASTERISCUS III | 2021
Impressão jato de tinta curada por UV sobre acrílico cortado em CNC, montado sobre alumínio composto.
ASTERISCUS III é uma exploração da abstração geométrica a partir do uso de símbolos — neste caso, um asterisco específico do Unicode Standard. O símbolo do asterisco tem origens antigas, sendo utilizado por diversas culturas ao longo da história com diferentes propósitos. Ele se tornou um símbolo universal, incorporado ao tecido da tecnologia por meio do Unicode Standard.
Nesta forma, teço cores e contrastes fortes em preto e branco para energizar opticamente a composição em múltiplas camadas. O símbolo usado em ASTERISCUS III é designado no Unicode Standard como U+1F7BA, com o nome “Extremely Heavy Six Spoked Asterisk”. O Unicode Standard designa todos os símbolos, atribuindo-lhes dados de codificação que podem ser utilizados de maneira uniforme em tecnologia internacionalmente. O U+1F7BA se distingue de outros asteriscos do padrão Unicode pela espessura de seus raios, em contraste com os asteriscos mais delicados do código.
Transformar esse símbolo — originalmente usado em programação, linguagem, telecomunicações e matemática — em um objeto geométrico é uma expressão da tecnologia convertida em estética, uma linguagem visual que fala sobre o nosso tempo tecnológico.
ASTERISCUS I | 2021
Impressão jato de tinta curada por UV sobre acrílico cortado em CNC, montado sobre alumínio composto.
ASTERISCUS I é uma exploração da abstração geométrica a partir do uso de símbolos — neste caso, um asterisco específico do Unicode Standard. O símbolo do asterisco tem origens antigas, sendo utilizado por diversas culturas ao longo da história com diferentes propósitos. Ele se tornou um símbolo universal, incorporado ao tecido da tecnologia por meio do Unicode Standard.
Nesta forma, teço cores e contrastes fortes em preto e branco para energizar opticamente a composição em múltiplas camadas. O símbolo usado em ASTERISCUS I é designado no Unicode Standard como U+1F7BA, com o nome “Extremely Heavy Six Spoked Asterisk”. O Unicode Standard designa todos os símbolos, atribuindo-lhes dados de codificação que podem ser utilizados de maneira uniforme em tecnologia internacionalmente. O U+1F7BA se distingue de outros asteriscos do padrão Unicode pela espessura de seus raios, em contraste com os asteriscos mais delicados do código.
Transformar esse símbolo — originalmente usado em programação, linguagem, telecomunicações e matemática — em um objeto geométrico é uma expressão da tecnologia convertida em estética, uma linguagem visual que fala sobre o nosso tempo tecnológico.
#43Hashtags | 2021
Impressão jato de tinta curada por UV sobre acrílico cortado em CNC, montado sobre alumínio composto.
Individualmente, temos em nossas mãos a tecnologia mais poderosa que a humanidade já criou: o smartphone. Historicamente, vivemos em nossas casas, trabalhamos em escritórios e vamos a lugares para lazer e convivência. Estar nesses espaços físicos nos dá um senso de lugar, de história.
Mas, cada vez mais, não estamos em um local físico interagindo com o mundo em tempo real — e sim em um espaço virtual, com nossos telefones navegando por nossas mentes. As redes sociais tornaram-se as grandes mediadoras dessa nova jornada coletiva.
Nesse processo, a linguagem está sendo reduzida: símbolos substituem palavras, abreviações substituem frases. O símbolo de hashtag tornou-se o emblema que melhor representa o espírito do nosso tempo (zeitgeist) nesse novo território. Quando publicamos uma hashtag, anexamos metadados que nos conectam ao mundo. Tornamo-nos encontráveis. Podemos ser localizados.
A obra #43Hashtags, como o nome indica, contém 43 símbolos de hashtag. Cada um é diferente, representando a diversidade — pois por trás de cada hashtag há uma pessoa. O número 43 surgiu da tentativa de criar uma forma semelhante a uma nuvem, e essa foi exatamente a quantidade necessária para alcançá-la. Essa referência ao misterioso lugar onde os dados residem — a nuvem (the cloud) — é uma metáfora de “You Are Here”, o lugar onde nossos “eus virtuais” habitam. Onde nossos dados estão, nós também estamos.
BIOGRAFIA DO ARTISTA
Andrew Reach é um artista abstrato que trabalha com mídias digitais. Sua bem-sucedida carreira de 20 anos como arquiteto foi interrompida quando uma doença na coluna o incapacitou e o impediu de continuar exercendo a profissão. Seu último projeto como arquiteto na HOK Architects foi o Frost Art Museum em Miami, Flórida. Sua reinvenção, de arquiteto para artista, começou quando ele passou a criar arte digital como terapia para lidar com a dor debilitante. Seu trabalho já foi exibido nos Estados Unidos em exposições individuais e coletivas, incluindo uma exposição individual no Frost Art Museum. Suas obras fazem parte de coleções particulares, corporativas e institucionais, entre elas a Coleção Permanente do Frost Art Museum e a Coleção de Arte da Cleveland Clinic.
SITE DO ARTISTA: https://www.andrewreach.com
Anne Herzbluth | Alemanha
Searching For The Place The Eyes Cant't See | 2021
As diversas linguagens da arte compartilham o mesmo objetivo: transformar o que acontece no momento em algo permanente. Criar um alicerce, uma base para a ordem das coisas. Como uma espécie de resposta, que raramente percebemos na natureza. O que tento fazer é deixar minha marca. Estou aqui, falho, sou feliz, sou triste. Tenho medos e estou cheio de esperança. Tenho uma ideia, a persigo e é por isso que trabalho. No fim das contas, não me interesso por coisas que compreendo completamente. Saber que se deparou com as coisas certas é mais importante do que entendê-las. Há verdades que jazem sob a superfície das imagens, verdades que se revelam apenas esporadicamente, como a aurora boreal em um céu de inverno. Coisas que não sentimos, esquecemos. Através do meu trabalho, gostaria de criar momentos no tempo em que nossa imaginação se sobrepõe à realidade. São esses os momentos em que estamos vivos.

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Em meu trabalho, não me preocupo necessariamente com a mudança, mas sim com o ato de preservar – com a prática de olhar além da superfície para o que está dentro das coisas, talvez até mesmo investigando mistérios insolúveis.
SITE DA ARTISTA: https://www.anne-herzbluth.de/
Aphex Redditor | Montreal | Canadá
Doom Scroll | 2022
Doom Scroll é um vídeo de canal único que examina a relação entre o espectador e o fluxo contínuo de conteúdo banal em plataformas de mídia social. O vídeo é composto por um número aparentemente infinito de vídeos do TikTok que "rolam" rapidamente, um após o outro. Os vídeos individuais variam de TikToks apropriados e recuperados do aplicativo a TikToks encenados criados pelo artista para imitar tendências populares, como dublagem de trechos de áudio, encenação de cenários românticos para o público e conselhos. Esses vídeos comuns são gradualmente intercalados com imagens encontradas e perturbadoras que subvertem os formatos convencionais de tendências do TikTok. Esses vídeos, embora individualmente sirvam como entretenimento, cumulativamente se tornam uma cacofonia sensorial que dessensibiliza o espectador ao material exibido. Doom Scroll, apresentado em loop, simula a experiência de ser fisicamente incapaz de parar de rolar a tela.

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Aphex Redditor é uma artista digital emergente radicada em Montreal. Inspirada pelo movimento artístico pós-internet da década de 2010, sua obra explora a relevância contínua da cultura contemporânea das mídias sociais. Ela trabalha predominantemente com imagens encontradas, tratando o cenário social da internet como uma fonte inesgotável de material visual e conceitual.
SITE DA ARTISTA Instagram: @aphex.redditor
Årad Kylsjhu | Rio de Janeiro | Brasil
Colecionados de moedas visita deserto de concreto | 2021 | videoarte, 3D
A obra mescla viagem no tempo com o retorno de memórias; transitar ambientes de um passado quase apagado, ou frequentar seu futuro incerto. As moedas, um símbolo decadente pela virtualização da monetização e ainda um elemento que indica grande desigualdade social é tomada como objeto de busca por um prazer fetichista. Trabalho autoral construído a partir de softwares de modelagem 3D, animação e efeitos especiais e, também, edição de video e produção sonora aprendidos de maneira autodidata pelo artista.
I’ve been wrestling with obsessive thoughts. Help me. Break it. Make me cum | 2021 | animation, videoart, 3D
Conceituação, desenvolvimento 3D e animação pelo artista Arad. Soundtrack por LEVI ATÃ
ARTIST BIO
Årad Kylsjhu, também conhecide como @_4.7_4.77777 é um artista multimídia não binário que mescla experiências neosensoriais físicas e virtuais enquanto explora conceitos como futuro, design especulativo, obsolescência (descarte e materiais), ciência, gênero e identidade através de manipulação da imagem, do som e da arte 3D. O artista é pós-graduado em Desenvolvimento de Tecnologias Digitais e também atua como web designer.
ARTIST WEBSITE https://aradkylsjhu.wixsite.com/my-site-5/
INSTAGRAM https://www.instagram.com/_4.7_4.77777
Arnau Tàsies | Barcelona | Espanha
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Hidden Data | 2024
Este projeto explora o erro no motor de IA. O fluxo de trabalho consistiu em alimentar o TouchDesigner com o ComfyUI e usar ruído aleatório como guia para o comando. Com essa abordagem, o motor faz certas suposições, distanciando-se da intervenção humana. A ideia central é combinar técnicas procedurais, paramétricas e generativas, liberando o máximo de controle possível; assim, a semente aleatória do motor de IA e o ruído aleatório são condições que o humano não pode controlar. Esse processo é inspirado na teoria dos jogos contraintuitiva do paradoxo de Parrondo, onde dois jogos perdedores combinados produzem um jogo vencedor. As imagens exploram a alucinação da IA, gerando paisagens distorcidas onde elementos humanos, arquitetônicos e mecânicos são combinados, revelando padrões ocultos.

ARTIST BIO
Arnau Tàsies (Barcelona, 1982) é um artista e pesquisador com bacharelado e mestrado em Arte e Design que utiliza tecnologia e novas mídias para explorar e investigar as conexões entre computação, materialidade e arte. Ele combina a prática artística com o ensino e a pesquisa, além de trabalhos comerciais para clientes nacionais e internacionais. Tàsies também se apresenta ao vivo com artistas musicais, gerando visuais em tempo real; ele já se apresentou em espaços em Barcelona e Madri. Sua linha de trabalho se concentra em uma relação estreita com a tecnologia e as novas mídias. Ele explora os limites da linguagem e da comunicação por meio de softwares, algoritmos, máquinas e a interação entre o material e o digital, buscando criar espaços de reflexão entre tecnologia e pensamento. O trabalho de Tàsies já foi destaque em veículos de comunicação como Il Tirreno (edição impressa italiana), RTVE 4 (entrevista de rádio), La Razón (edição impressa), Magculture, Metal Magazine, Yorokobu, TimeOut (edição impressa) e outras plataformas online. Suas obras foram exibidas na Espanha, nos Estados Unidos, na Itália, na Alemanha e em Hong Kong. Atualmente, ele faz parte do coletivo internacional Techspressionism e é representado pela Galería Azur em Berlim.
ARTIST WEBSITE https://arnautasies.cargo.site/
Bariya | New Delhi | India
Med Dew Dims | 2021
Med Dew Dims nasce como um movimento não cooperativo diante da escassez imposta pelos sucessivos (des) manejos que vivemos. É uma tentativa de alcançar, em nossa prática, uma sensação de atemporalidade atravessando pandemia, pânico e crise. Trata-se também de um gesto de diluir instintos básicos em traduções sonoras e interações metaturnas, nostálgicas, entre poesia e ragas indianas. Neste trabalho, damos continuidade às nossas traduções literárias anteriores, transformando agora os poemas em partículas sonoras — “grãos” de áudio. Esses grãos são sobrepostos e recombinados em um espaço granular cuja forma é definida pelas características do próprio meio em que operam. A duração de cada grão, sua velocidade, altura percebida, densidade, o modo como se distorce ou se espelha: tudo isso é decidido pelas propriedades do meio — sua densidade, gravidade específica, temperatura, reatividade, viscosidade e até sua tendência a evaporar.
Nosso objetivo é investigar, por uma lente aural aliada à poesia, como a experiência sonora do bromo difere da do mercúrio, do aço, do etano e de outros materiais. A transmissão acontece à noite, em diálogo com as ragas indianas noturnas (como Malkauns, Adana e Kafi), que servem de base estrutural. Med Dew Dims foi composto com oito dispositivos de áudio Max for Live de código aberto (em desenvolvimento contínuo). Buscamos um ponto de equilíbrio dentro das limitações do nosso universo sonoro, criando associações a partir de leituras ultrassônicas: traduzimos a velocidade do som em cada meio para o BPM do áudio; a gravidade específica para intervalos de mudança de tom; a viscosidade cinemática para atrasos que variam de 7 segundos a 7 minutos; e novamente a velocidade do som para um segundo tipo de delay. Variáveis de temperatura alteram a velocidade do som, alimentando dois osciladores simples com síntese de amplitude integrada, criando assim uma sensação contínua de movimento.
Com Metatopia, especulamos sobre futuros possíveis de novos meios sensoriais, onde a poesia encontra uma forma mínima e granular de presença, hesitando em se misturar a prescrições musicais vibrantes — mas tocando-as à distância.
ARTIST BIO
Bariya | New Delhi, India - Pratyush Pushkar e Riya Raagini, também conhecido como BaRiya, é uma dupla emergente de Artistas Transdisciplinares Queer de Nova Delhi, Índia. Navegando desorientadamente (poeticamente), BaRiya assume a arte como um órgão para dissolver-habitar pelos restos da espiritualidade marginalizada, criar um consenso vocal com a natureza, meditar em todo o espectro de gênero e sondar compulsões (quânticas): ao mesmo tempo em que reconhece verdadeiramente o binário e o racial barreiras questionando invenções espirituais íntimas. Eles continuaram a espiralar transcendentalmente para a frente e para trás arte sonora, poesia visual, fotografia, traduções multimídia e filosofia. Obras e exposições recentes - OctoDurga -The Stage @ Thyssen Bornemisza Art Contemporary-TBA-21, How to Treadly- Bornemisza National Museum, Madrid, City Museum of Ljubljana, # cop26 As If Radio 2021, Sonic Mukhwas - Festival Sur Aural, Med Dew Dims (Tsonami Arte Sonoro, Radio Tsonami, Radiophrenia 2022 (Centro de Artes Contemporâneas, Glasgow, The Bauhaus-Universität Weimar-FutureNostalgia.fm 2022), e outros. (Instagram- @nonlocalbariya Website- bariyastudio.com)
ARTIST WEBSITE https://www.bariyastudio.com/
Beile | China
Bug Dystopia | 2025
Bug Dystopia (2025) expande a premissa de Delirium ex Machina ao explorar como o delírio maquínico, em vez da intervenção divina, gera novas formas de sentimento. O vídeo é uma colaboração entre IA e humanos que encena uma conversa interespécies entre humanos, a mariposa-rami e a inteligência artificial. "Inseto" refere-se tanto à mariposa quanto à falha sistêmica, sugerindo que o erro se torna um campo de invenção. A mariposa colide repetidamente com estruturas urbanas luminosas, enganada por sua inteligência sensorial e presa em ambientes moldados pelo design humano. Usando voz gerada por IA, gravações de áudio no local e digitalizações 3D, a obra constrói um campo de navegação alternativo onde a desorientação da mariposa se cruza com as alucinações emocionais dos algoritmos. Um sinal de sobrevivência sintetizado é mais artificial do que o som de uma mariposa batendo em um vidro? Em última análise, Bug Dystopia convida os espectadores a refletir sobre como a empatia circula quando as formas de percepção humana, não humana e maquínica colapsam em um delírio compartilhado e em constante desdobramento em nosso momento contemporâneo.

ARTIST BIO Beile Hu é uma artista interdisciplinar e pesquisadora de performance, som e imagens em movimento. Expandindo seu trabalho para incluir as relações intrincadas entre árvores, solo e arquitetura dentro da ecologia urbana, seu objetivo é explorar o potencial do corpo humano como um sensor que pode ser transformado por meio de paisagens sonoras e suas interações íntimas com entidades não humanas. Beile está concluindo seu mestrado em Belas Artes na Escola do Instituto de Arte de Chicago (EUA), tendo recebido o prêmio Visionary Scholars Award. Anteriormente, ela obteve um bacharelado em Estudos de Comunicação Internacional pela Universidade de Nottingham (Reino Unido). Beile já expôs e apresentou performances internacionalmente, incluindo no Museu de Arte Contemporânea de Chicago (Chicago, EUA), no Historic Black Mountain College (Carolina do Norte, EUA), no Asian Improv aRts Midwest (Chicago, EUA), no Fried Fruit Art Space (Wilmington, EUA), no Reflejo de Urbe a Pie (Caguas, Porto Rico) e na Ivory Gallery (Xangai, China).
ARTIST WEBSITE https://beile.site/
Blanche the vidiot (Szabina Péter, Kristóf Bodnár) | Hungary
Saving Lot | 2022 | Hungary
Em um videogame, queríamos repensar o tema da Última Ceia e seu sistema de motivos artísticos, mas nesta primeira fase do vídeo, a mesa de jantar inesperadamente pegou fogo. "O olhar está em chamas, a perspectiva está em chamas, a visão está em chamas, a percepção do olhar está em chamas, os sentimentos de alegria, sofrimento e neutralidade que surgem dependendo da percepção do olhar estão em chamas."

BIOGRAFIA DOS ARTISTAS
Szabina Péter Nascida em 1987, Ózd, Hungria; artista audiovisual, fotógrafa e esteta. Recentemente, tem atuado principalmente nas áreas de multimídia, instalação, fotografia, videoarte e música eletrônica. É membro dos projetos blanche the vidiot e dj goodbye desde 2020.
SITE DA ARTISTA: http://peterszabina.com/
Kristóf János Bodnár Nascido em 1984, Nyíregyháza, Hungria; artista audiovisual, engenheiro de som e filósofo. Atualmente, trabalha principalmente nas áreas de videoarte e música eletrônica – sobretudo por meio de síntese sonora analógica e digital. É membro dos projetos blanche the vidiot e dj goodbye desde 2020.
SITE DO ARTISTA: https://www.facebook.com/blanchethevidiot
Beatrice Lartigue | France
Invisible Cities | 2020
Les Villes Invisibles é uma instalação artística que gira em torno do tema da memória. Mais especificamente, esta obra investiga as noções de vazio e ausência no espaço social compartilhado que a cidade representa. Trata-se de um testemunho pessoal, que ecoa a obra Le Città Invisibili, do escritor Italo Calvino, publicada em Turim em 1972. Les Villes Invisibles retrata a Catedral de Notre-Dame de Paris, construída no século XII. Com uma área de 6.000 m² e 70 m de altura, o monumento, declarado Patrimônio Mundial da UNESCO, testemunha uma verdadeira conquista tecnológica dos arquitetos da Idade Média. Em 15 de abril de 2019, um violento incêndio destruiu a torre e toda a cobertura que protegia a nave, o coro e o transepto do edifício gótico. Assim como no livro homônimo, Les Villes Invisibles apresenta um espaço onde o visitante pode "entrar, passear, talvez se perder, mas onde, em algum momento, precisa encontrar uma saída, ou mesmo várias saídas". "A crise da supercidade é o outro lado da crise da natureza". Italo Calvino. Les Villes Invisibles se baseia em continentes imaginários e traz de volta ao centro da discussão questões levantadas por técnicas como a fotogrametria (notadamente desenvolvida nas áreas da cartografia e da arqueologia), que questionam o lugar do homem nas cidades modernas, como um espaço de história e desejo. A fotogrametria combina um conjunto de técnicas utilizadas para determinar a forma, as dimensões e a posição espacial de um objeto a partir de um conjunto de fotografias. Esse processo inclui uma fase de registro fotográfico das perspectivas e uma fase de renderização, para produzir um modelo 3D. Essa técnica questiona nossa percepção da realidade, seu registro em um determinado momento (antes ou depois de um desastre) e sua precisão científica (a grande quantidade de dados necessária...). Por fim, a narrativa apresentada em Les Villes Invisibles confronta essa captura da realidade com sua percepção, especialmente através da passagem do tempo e da distorção dos nossos sentidos (visão onisciente, sensação de ubiquidade). Os desenhos em papel fixam no tempo essa percepção do local.

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Utilizando novas mídias, Béatrice Lartigue cria instalações que exploram nossas percepções de espaço e som. Essas obras, nas quais o visitante se torna ator, provocam uma perda de referência e oferecem uma interpretação sensível de fenômenos impalpáveis, conferindo-lhes materialidade, como por meio de feixes de luz e som no espaço (Passifolia, 2020), a força do vento na paisagem (Nebula, 2018) ou o desdobramento de uma partitura musical em volume (Portée/, 2014).
SITE DA ARTISTA: https://www.instagram.com/beatricelartigue/
BSBLOrk - Orquestra de Laptops de Brasília
Retrospectiva em homenagem aos 10 anos da BSBLOrk
Princípios Poéticos
O ponto de partida estético das obras do BSBLOrk, inspirado em compositores como H.-J. Koellreutter e Conrado Silva, tem sido o questionamento crítico e a ampliação dos horizontes das linguagens musicais e técnicas, integradas à dança, artes dramáticas, visuais e performáticas, buscando vivenciar processos criativos verdadeiramente contemporâneos, no sentido da construção colaborativa de uma visão sistêmica do mundo. , holonômico e fractal. Para a orquestra não basta dizer coisas novas, mas encontrar novas formas de dizê-las, que só a linguagem poética permite desde a abertura semiótica ao imprevisível de processos híbridos, interativos e transmidiáticos de livre improvisação, agora também assistidos por inteligência. , as noções de complexidade, relatividade, acausalidade, ametria, paradoxo, aleatoriedade, complementaridade, atemporalidade, sinérese, multidimensionalidade, gestalt, não linearidade, entropia, caos, fractais e holonomia, entre outras, aparecem em suas práticas experimentais dialógicas.
Integração do BSBLOrk ao coletivo de dança Corpo Baletroacústico
Desde o início, a orquestra foi idealizada por Eufrasio Prates, Bacharel em Música e Doutor em Letras, para também trabalhar em conjunto com o grupo de dança experimental Corpo Baletroacústico, coordenado por Cínthia Nepomuceno, graduada em Dança pela Unicamp, doutora em Arte pela UnB e professora de dança do IFB - Instituto Federal de Brasília, em parceria com Prates.
Recursos tecnológicos.
BSBLOrk valoriza a utilização de recursos tecnológicos computacionais como método de expansão das capacidades expressivas da música, embora se preocupe em mantê-los no mesmo valor, ainda que intermediário, lugar como qualquer outro instrumento musical. Por isso, prioriza técnicas e meios que respondam bem à organicidade do corpo humano em movimento expressivo, como realizado pelo sistema HITS Holofratal Interactive Sound and Image Transduction, software musical livre, código aberto e livre desenvolvido por Prates, fundador e maestro de orquestra, em seu doutorado. Tais recursos oferecem possibilidades inéditas de criação e caminham de forma integrada com os conceitos poéticos de um novo paradigma, buscando um salto quântico para interpretação musical e expressão estética.
Para transformar o computador em um instrumento musical de expressividade orgânica, o BSBLOrk investe no uso de técnicas algorítmicas generativas para traduzir o movimento corporal captado pela webcam em sons fractais, além de utilizar hemisférios amplificados, que conferem uma aura focal semelhante à do um instrumento. acústico
Conquistas
Desde o início, o coletivo musical BSBLOrk recebeu significativo reconhecimento de público, mídia e institucional. Tanto que, em seu primeiro ano de atividade, a orquestra foi premiada no concurso nacional Coletividea, promovido pelo MinC, pela produção de um vídeo-documentário de uma de suas apresentações com o Corpo Baletroacústico de Brasília, além de obter um artigo de página inteira no Correio Braziliense. (2012), em Metrópoles (2015 e 2017), para ser citado em O Globo e na seção Global Ear da Revista "The Wire" (Reino Unido, Jan/2019), a maior revista de música do mundo (com mais de 1 milhões de assinantes), entre outros veículos de comunicação. Ao longo dos quase 10 anos de sua existência, esse reconhecimento também aparece no convite para participação em dezenas de eventos artísticos e científicos, a maioria deles disponíveis em seu canal no YouTube, além de diversos artigos, teses de mestrado e doutorado, tendo sido citados em o livro de Eldad Tsabary, pesquisador em música eletroacústica da Concordia University (Canadá), sobre as principais orquestras de laptops do mundo e suas metodologias de trabalho. uestra incorporou a participação de convidados internacionais e participou de grandes eventos como o "Network Music Festival 2020" (Londres/Reino Unido), o Festival "Emergent Behavior" (Tel Aviv/Israel), o TransNodal Live Coding Festival (Hamburgo/Alemanha) e a Exposição EmMeio#13 (Valência/Espanha).
Ficha Técnica do Grupo
Direção musical e regência: Eufrásio Prates
Músicos: Anésio Azevedo (Stellatum_), Eduardo Kolody, Elias Nascimento Filho, Eufrasio Prates (euFraktus X), Joenio Costa (djalgoritmo), Jackson Marinho, Philip Jones (Mentufacturer), Victor Hugo A. Araujo (Lowbin).
Programação visual e iluminação: Eufrásio Prates e Jackson Marinho.
Convidado especial: Bryan Day.
Contato: 55(61)98151-9100

BSBLOrk - Orquestra de Laptops de Brasília
em homanagem aos seus 10 anos de existência
A BSBLOrk - Orquestra de música portátil de Brasília é um algoritmo computacional interativo experimental, inspirado por inovações no formato de execução de música coletiva, pelo uso de amplificação acusmática, ao usar hemisferas multicanais, agora incorporando a teleperformance intercontinental por network live streaming e agentes de Inteligência Artificial.
Desde sua fundação em 2012, na 11a. edição do festival "Tubo de Ensaios", a orquestra se projeto de integração o corpo movimento à produção de filhos e imagens diretamente dele resultados, como meio de realizar trabalhos ecosóficos que enfatizem o respeito ao meio-ambiente, a conscientização para o desenvolvimento humano como liberdade e inclusão social.
Carla Lombardo | Argentina | Brasil
Bichinha do Mangue | 2023
A obra explora a noção do mangue (um ecossistema de transição entre rio e mar) como uma rede neural do ser vivo, em contraste com a IA como uma rede artificial na qual as imagens são geradas a partir de estímulos criados pelo ser humano.
Por um lado, levanta a questão do ser vivo e de como traduzir o desejo, explorada através da natureza inesgotável do signo poético (F. Bifo Berardi): “o músculo é a revolta da concha geológica... tudo sonha com seiva”, ou “a alquimia em suas águas é profunda, dos sedimentos, água viva”.
Por outro lado, aborda a geração de milhões de imagens-mercadoria, cujo imperativo é a exposição e a acumulação — explorada na série de imagens deslumbrantes que nunca deixam de nos seduzir. Questiona também a tirania da visibilidade, o desejo de se tornar imagem (Byung-Chul Han) e a compulsão de compartilhá-las no Instagram e no TikTok.

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Artista multidisciplinar com formação em design e artes visuais, reconhecida por sua pesquisa sobre o corpo e as inter-relações entre sistemas vivos e redes tecnológicas. Sua prática, marcada pela interseção do urbano, do digital e do biocultural, é nutrida por abordagens críticas. Atualmente vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
Seu trabalho combina elementos de contracartografia e tecnologia, com um foco poético e crítico, e um forte interesse em ecossistemas, criando narrativas visuais que questionam as relações entre o natural e o artificial.
SITE DA ARTISTA: https://carlalombardo.com/
Cha | Manizales | Colômbia
Cha | Manizales, Colombia
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Gravações de museu | 2021
trabalho de som - díptico - para dois dispositivos.
Christie Lau | Londres
Cybernetic Skins | 2023
"Peles Cibernéticas" explora o espaço liminar entre o orgânico e o sintético. É a minha visão de corpos pós-humanos, imaginados com o auxílio de Inteligência Artificial. Partindo da premissa de que a humanidade não é uma entidade estática, mas sim uma construção em constante evolução, este projeto captura a essência transformadora da nossa relação com a tecnologia. À medida que avançamos, também avança a fronteira entre a nossa carne e o reino digital. A obra vislumbra um futuro onde a nossa própria pele se entrelaça com cabos e condutos, transportando não apenas sangue, mas também bytes, transpondo a divisão entre biologia e dados, vestimentas de cabos emaranhados, o corpo transitando perfeitamente para adornos elaborados. Não se trata apenas de uma fusão do homem com a máquina, mas de uma profunda metamorfose, resultando em uma entidade que é ambas e nenhuma. A paisagem digital apresentada não é meramente um pano de fundo, mas uma personagem em si mesma. Concebida visualmente com o uso de Inteligência Artificial, ela reflete um mundo que criamos, mas que talvez não compreendamos completamente. Através da fluidez da animação 3D, os espectadores são levados a uma jornada onde cada pixel, cada fibra digital, desafia as definições convencionais de vida, identidade e existência. No entanto, não é apenas o conteúdo, mas também o modo de apresentação que amplifica essa mensagem. Ao projetar este vídeo em uma instalação de tela independente, eu conecto a dicotomia digital-física, traduzindo reinos virtuais em experiências tangíveis. Esta não é uma mera tela, mas um portal — convidando os espectadores a atravessá-lo, a habitar momentaneamente meu mundo cibernético, sentindo as fronteiras difusas e percebendo a ressonância do futuro. "Peles Cibernéticas" é mais do que uma experiência visual; é uma exploração filosófica de nossos futuros potenciais, um testemunho da maleabilidade da natureza humana e uma reflexão sobre as possibilidades ilimitadas que surgem quando nos tornamos um com as próprias ferramentas que criamos.
BIOGRAFIA DA ARTISTA
Nomeada na lista dos 100 maiores inovadores de 2023 do Instituto de Moda Digital, Christie Lau é uma artista de XR (Realidade Estendida) que trabalha com moda digital, inteligência artificial e realidades aumentada e virtual. Fazendo referência à cultura da internet e à banalidade do cotidiano, seu trabalho reimagina motivos e ambientes reconhecíveis em RA e RV, numa abordagem lúdica e absurda da realidade. Recém-formada em Design de Moda e Estamparia pela Central Saint Martins, as caixas gigantes com QR Code de Christie se tornaram uma sensação viral. Na passarela, ela estreou suas peças digitais em três caixas gigantes com QR Code, usadas por modelos. Ao serem escaneadas, as caixas direcionavam o espectador para um filtro de RA onde era possível ver a coleção completa.
SITE DA ARTISTA: https://www.instagram.com/lau_christie/
Clear Shadow | França
Social Drops | 2021
Lágrimas e chuva x Principais recompensas sociais x Flash. A recompensa social é um dos principais motores que impulsionam o crescimento das redes sociais. O vício das pessoas vem em parte da descarga de dopamina que recebem quando são parabenizadas publicamente. Estudos sociais mostram que cerca de um terço dos adolescentes podem se sentir deprimidos após verificarem suas redes sociais.
Pequenas mentiras | 2021
Opiniões de líderes de tecnologia sobre seu papel na sociedade.
Lacrima Rea | 2021
Lácrima microscópica x Formato de moeda x Chuva/Lágrimas. As redes sociais geram muito dinheiro para seus proprietários, mas na maioria das vezes muita tristeza para os usuários finais. Como uma espécie de espiral dos tempos modernos, a lácrima gira e gira, antes de retornar à mesma posição inicial. Estudos científicos observaram que cada visão microscópica de uma lácrima tem formas específicas, dependendo da causa das lágrimas.
Glutton | 2021
Notificação do celular x Mãos de artista rolando a tela. Como um monstro, o glutão desperta quando as notificações aceleram.
Eu te odeio | 2021
Principais frases de ódio x tempestade. As redes sociais são um dos principais lugares para expressar ódio.
Lágrimas de Nomofobia | 2021
Gotas de chuva x Aspiração x Respiração ansiosa. Nomofobia é um tipo de medo de se separar do celular.
Fluxos de gelo | 2021
Fluxo de gelo x Seleção de mantras de líderes de tecnologia. A comunidade tecnológica mundial e líderes inovadores estão criando fundadores de startups com mantras empreendedores e de sucesso. Esses empreendedores continuam esse trabalho indefinidamente. O processo parece ser totalmente irreversível para os fluxos de gelo.
Bomba de dopamina | 2021
Movimento microscópico de dopamina x Explosões distantes de bombas. A dopamina é a principal substância que psicólogos e líderes de experiência do usuário empregados por empresas de tecnologia tentam gerar nos corpos de nossos usuários de redes sociais. Uma dose de dopamina pode ser secretada cada vez que recompensas sociais são ativadas.
Tecnologias em chamas | 2021
Principais tecnologias da web e inovação x Voz russa sintética x Fogo queimando. Cada tecnologia da web, há mais de 20 anos, é comercializada como a próxima grande novidade e disrupção, em um ciclo não virtuoso onde as pessoas são consideradas apenas usuárias e podem não entender que são o produto, ou pior, a principal fonte de enriquecimento dessas pessoas que pressionam arduamente por uma rápida adoção tecnológica.
Bolhas | 2021
Mergulho profundo x Notificação móvel x Tiro. Bolhas tentam voltar à superfície para obter oxigênio quando as notificações móveis explodem, enquanto a cena se aprofunda cada vez mais e pode acelerar até se transformar em um tiro.
Fomouse | 2021
Rolagem em redes sociais x Notificações x Respiração ansiosa. A busca incessante por redes sociais e o FOMO (medo de ficar de fora) podem gerar ansiedade para a maioria dos viciados em redes sociais.
Twalks Strangers | 2021
caminha sobre diversas substâncias x movimento browniano Este vídeo é inspirado pelo anonimato encontrado nas redes sociais e pela solidão, onde cada elemento vibra, mas não se move do seu lugar, sem interação entre si.
BIOGRAFIA DO ARTISTA
Clear Shadows se preocupa com os problemas causados pela manipulação digital, vícios digitais, falta de tecnologia para o bem, não compartilhamento de lucros, automação e seu impacto em nossas vidas e corpos. Para entender melhor o projeto Clear Shadows e suas fontes de inspiração: @digital_conception @automatization_of_life @the_darker_is_the_worst @tech_for_good_activist @anti_gafam @digital_addiction @0_and_1_digits @creative_chance @data_origination @algorithms_and_formulas @chemical_process @brownian_movement @microscopic_world @world_of_anonymous @passivity_and_manipulation @continuous_cycles @tears_and_water @induced_feelings @turning_around @unvisible
SITE DO ARTISTA: https://www.clear-shadows.com
Das Vegas | Vilnius | Lituânia
Liminal Stage | 2023
O projeto Liminal Stage surge da documentação feita pelo artista de quadros de ensino (Ensino Médio) de sua antiga escola primária na zona rural da Lituânia. Esses quadros são reimaginados através da fusão com as renomadas composições abstratas de quadrados e retângulos de Piet Mondrian. Por meio dessa reinterpretação criativa do patrimônio escolar, o artista convida os espectadores a repensarem esses artefatos educacionais com uma perspectiva estética. Essa escola primária, agora fechada pelas autoridades locais, é explorada por meio de uma abordagem singular: a fotografia sem câmera.

BIOGRAFIA DO ARTISTA
Vygandas "Vegas" Šimbelis, nome artístico Das Vegas (Lituânia/Suécia), é um artista e pesquisador contemporâneo (de mídia). Com formação em arte e design por academias de arte, sua maior titulação na área é o doutorado, título obtido no Instituto Real de Tecnologia KTH, em Estocolmo, Suécia. Com vasta experiência em belas artes e design, Vegas examina criticamente novos territórios e conduz pesquisas que questionam o papel da arte (e do artista) em relação à sociedade contemporânea e suas implicações sociopolíticas.
A interdisciplinaridade é uma abordagem abrangente no trabalho de Vegas e implica diversos recursos artísticos, científicos e tecnológicos significativos. A descolonização é a principal estrutura teórica e política de sua obra, em particular, no que diz respeito à tecnologia, seus processos de falha, hacking, aceleração e disrupção. Convergindo arte e tecnologia, erradicando as divisões entre arte contemporânea e artes midiáticas, fundindo o digital com o analógico, Vegas reflete as implicações da imposição colonial de direitos e busca a humanização da tecnologia.
Com foco e consideração pelo pós-digital, a artista se interessa particularmente em utilizar a experimentação com hackers para humanizar a tecnologia em sua contiguidade e em sua inserção no mundo real. A seguir, Vegas explora perspectivas normativas, ecossistemas conceituais e ideias de design para ampliar a percepção da humanização da tecnologia e reexaminar os discursos sociais, políticos e culturais.
SITE DO ARTISTA: www.Simbelis.com
David Mew | Los Angeles | EUA
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Co-Creators Series: Blue Current (Expanded) | 2025
Será que a IA pode, literal e figurativamente, expandir os limites da arte criada pelo homem? “Co-Criadores” começou como um experimento para descobrir. Peguei composições da minha série “Entidades Invisíveis”, criadas usando processos de design generativo, e as entreguei a uma ferramenta de IA para sobreposição de imagens com instruções precisas: preservar a estética e a estrutura originais, estendendo as imagens por meio de geometrias intrincadas e padrões mutáveis. O processo rapidamente se desfez. A IA imitou minha linguagem visual apenas brevemente antes de se dissolver em formas desconhecidas. As transições são bruscas; a fidelidade próxima às junções dá lugar a uma rápida degradação. A cor une as duas metades, mas apenas tenuamente. Em vez de obedecer, a IA impôs sua própria lógica estética. O que emergiu não foi uma colaboração harmoniosa, mas sim atrito. “Co-Criadores” não oferece uma resposta definitiva sobre se a IA e os humanos podem realmente cocriar agora ou no futuro. Revela uma linguagem visual que emerge desse atrito, onde a criatividade é compartilhada, mas nem sempre alinhada.
Será que a IA pode, literal e figurativamente, expandir os limites da arte criada pelo homem? “Co-Criadores” começou como um experimento para descobrir. Peguei composições da minha série “Entidades Invisíveis”, criadas usando processos de design generativo, e as entreguei a uma ferramenta de IA para sobreposição de imagens com instruções precisas: preservar a estética e a estrutura originais, estendendo as imagens por meio de geometrias intrincadas e padrões mutáveis. O processo rapidamente se desfez. A IA imitou minha linguagem visual apenas brevemente antes de se dissolver em formas desconhecidas. As transições são bruscas; a fidelidade próxima às junções dá lugar a uma rápida degradação. A cor une as duas metades, mas apenas tenuamente. Em vez de obedecer, a IA impôs sua própria lógica estética. O que emergiu não foi uma colaboração harmoniosa, mas sim atrito. “Co-Criadores” não oferece uma resposta definitiva sobre se a IA e os humanos podem realmente cocriar agora ou no futuro. Revela uma linguagem visual que emerge desse atrito, onde a criatividade é compartilhada, mas nem sempre alinhada.

BIOGRAFIA DO ARTISTA
David Mew é um artista visual americano radicado em Los Angeles, cuja prática une imagens digitais tradicionais, design generativo e ferramentas baseadas em inteligência artificial. As composições de grande formato de Mew, com suas abstrações em camadas, são definidas por paletas de cores saturadas, profundidade textural e detalhes meticulosos. Suas obras emergem de uma combinação de lógica estruturada e curadoria intuitiva, onde processos orientados por código dão origem à descoberta visual. Originalmente formado em desenho e pintura, a prática de Mew evoluiu com a ascensão das mídias digitais e generativas. Ele vê cada onda tecnológica, desde os primeiros softwares de imagem até os modelos de IA, não como uma ruptura, mas como um convite para expandir os limites da criatividade. Ele é um Artista Indexado no movimento Tecno-expressionismo. O trabalho de Mew já foi exibido regional e internacionalmente, ressoando com o público por meio de sua exploração de estados interiores e dos ambientes que nos moldam. Suas paisagens são feitas não apenas para serem vistas, mas para serem sentidas, oferecendo momentos de presença, curiosidade e conexão.
SITE DO ARTISTA: https://www.viderestudio.com
Davis Lisboa| Barcelona | Espanha
Davis Lisboa| Barcelona, Spain
Meu nome é Davis Lisboa (1965, São Paulo, Brasil) e moro e trabalho em Barcelona, Espanha. Sou um ilustrador e pintor hispano-brasileiro multifacetado, multidisciplinar e globalizado que trabalha para apagar as fronteiras entre artes gráficas e belas artes, alta e baixa cultura, arte e mercado, artesanato e tecnologia. Em 2009 criei o Museu Davis | Mini Museu de Arte Contemporânea Davis Lisboa de Barcelona.
site
youtube
"Ohh (self-portrait)" | 2022 | escultura, video, digital
Vídeo de uma escultura branca da minha boca e queixo girando sobre si mesma

ARTIST BIO
My name is Davis Lisboa (1965, São Paulo, Brazil) and I live and work in Barcelona, Spain. I am a multifaceted, multidisciplinary and globalized Spanish-Brazilian illustrator and painter who works to erase the boundaries between graphic arts and fine arts, high and low culture, art and market, crafts and technology. In 2009 I created the Davis Museum | Mini Museum of Contemporary Art Davis Lisboa of Barcelona.
ARTIST WEBSITE https://www.davislisboa.com/
Digital.martins | São Paulo | Brasil
Digital.martins | Brasil
Artista Visual / Designer Gráfico com foco em Digital, 3D, Motion Graphics, Animação, Vídeo / Cinema, Pós-produção / VFX. Tenho trabalhado como CG generalista / Motion Designer e Diretor de Arte desde 2007.
Post-Humanism | 2017 | digital 3D image
Uma analogia com as ideias de modernidade enterradas na areia, simbolizadas pelo David de Michelangelo, como o Renascimento sendo um precursor da Modernidade e do Antropocentrismo. Ao mesmo tempo, faz um paralelo ao filme Planeta dos Macacos, onde o Humano se depara com seu passado destruído na praia.
BIOGRAFIA DO ARTISTA
Digital.martins | Brasil | Artista Visual / Designer Gráfico com foco em Digital, 3D, Motion Graphics, Animação, Vídeo/Cinema, Pós-Produção/VFX. Trabalho como generalista de CG/Motion Designer e Diretor de Arte desde 2007.
SITE DO ARTISTA: https://digitalmartins.wordpress.com/
Елена Роменкова | Rússia
Elena Romenkova | Rússia
Elena Romenkova é uma artista de São Petersburgo, Rússia.Vive e trabalha na Áustria, como artista digital 3D, na área de manipulação de dados e "glitch art". Ela cria imagens estáticas e animações.
site
Wake me up | videoart | 2021
Essa obra de arte é uma tentativa de visualizar o estado limítrofe entre o sono e a realidade... O que eu vejo em um sonho? O que está acontecendo nele - é uma realidade? Tento captar as imagens, entendê-las... Mas não são tão claras... Diálogos com desconhecidos, como faço para conhecê-los? Este é um universo paralelo...

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Elena Romenkova | Rússia, é uma artista de São Petersburgo, Rússia. Trabalha e vive na Áustria. Ela atua como artista digital 3D, na área de manipulação de dados e "glitch art". Cria imagens estáticas e animações.
SITE DA ARTISTA https://linktr.ee/leromash
Elif Sezen | Melbourne | Austrália

Presence #7 | 2023
'Presença' é uma série experimental em andamento de paisagens que especulam sobre o conceito de luz; incentivando a cura e a integração da experiência humana ao poetizar a natureza com visões quase surreais e de outro mundo. Orbes de luz repletas de cor são portais para facilitar o início de um renovado senso de tempo, lugar e identidade. A memória e a experiência do lugar podem ser transformadas pela nossa observação da luz como portais simbólicos que levam à renovação dentro das paisagens psicológicas internas. Incorporei mídias digitais e mistas para criar essas atmosferas evocativas.

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Elif Sezen é uma artista multidisciplinar, escritora bilíngue e poeta radicada em Melbourne. Sua prática se desenvolve através de diversas mídias, incluindo pintura, desenho, escultura, fotografia, gravura, instalação, mídia digital, livros de artista e poesia. Ela especula sobre a reconceitualização de traços de memória que emergem de traumas e perdas familiares, pessoais e coletivas. Esse processo a leva a uma noção restauradora e celebratória de autoconstrução, desejo, saudade e um sentimento de retorno ao lar. Elif participou de diversas exposições nacionais e internacionais. Ela é autora de Universal Mother (GloriaSMH Press, 2016) e A Little Book of Unspoken History (Puncher & Wattmann, 2018).
SITE DA ARTISTA: https://www.elifsezen.com
Emanuele Dainotti | Antwerpia | Bélgica
Chiptide | 2025 | 8:52 min.
Sinopse
Em 2025, um acordo de infraestrutura do Google transforma uma região costeira belga em um sistema de resfriamento para computação de IA. A inundação é deliberada, uma otimização de custos onde a submersão humana se torna mais barata do que a realocação de servidores. Uma nova classe de trabalhadores ligados à IA se adapta à vida subaquática, seus corpos modificados, seu trabalho invisível. Entre erros de previsão e falhas do sistema, um ponto cego se abre. Algo não calculado aparece. Mas é real, ou o narrador finalmente aprendeu a ver o que os modelos não conseguem?
Conceito
Chiptide é uma videoinstalação sobre previsão como infraestrutura. Em uma cidade submersa construída para resfriamento computacional, vozes emergem tanto em imagens quanto em passagens escuras, tornando a própria percepção contestada. Usamos modelos generativos de IA ao longo da produção para selecionar sequências visuais, estruturas de áudio e ritmos de edição de acordo com a probabilidade, em vez de uma narrativa predeterminada. A previsão moldou tanto o tema quanto o método. A obra evoluiu por meio de uma cadeia de previsões sobre si mesma.
Chiptide faz parte de uma série maior sobre previsão computacional como arquitetura social e foi apresentado durante a premiação da exposição Prijs MAP Mercator 2025.

Enco | Brasil
Enco, performer e artista digital exprime em 3Ds nascidos em processos experimentais, expressionistas e abstratos, compostos por influências biomecânicas e transhumanas, imagens que carregam um aspecto fresco, mas também amortecido, projetado para ser traiçoeiro, mas também como um sonho. O hibridismo de suas obras exige uma transformação constante que vem de dentro para fora, um avesso infinito.
Gargouille | 2021
Diabo antidesign, tinha que ser ou o cravo ou a rosa. O sonho amortecido em solventes ardidos, a ressonância híbrida, elétrica. Evacua, dejeta, ejeta, projeta, ejacula, deleta.
Emma Cosgrove | Montreal/Canadá
No Volcano | 2023
Textures of two Japanese cities are woven together in this fly-on-the-wall meditation on modernization, labour, and the search for a sacred pillar in a vast and chaotic landscape. Orbiting around the magnetism of the volcano Mount Fuji, this poetic video collage shot on miniDV utilizes text in the form of journal entries as travel dispatch, while poetry skirts across the frame - a looping of the subconscious. From the megacity to the coastal down, ideas of solitude and longing are demolished and rebuilt. The accompanying soundscapes are crafted entirely from location field recordings, braiding fragments of birdsongs, human chatter, subway chimes, and mechanical rumblings.

ARTIST BIO
Emma Cosgrove is a Canadian-Irish filmmaker and artist living in Montreal. Her work explores the life cycle of objects, natural materials, sentimentality, and time, employing poetry to compliment images often shot on 8 or 16mm film. She is a fan of the precise place where nature, machines, fact and fiction intersect. Her work has been shown on NoBudge, Eternal Family, Kinoskop Analog Film Festival, the International Festival of Films on Art (FiFA), Bogota Music Video Festival, Canada Shorts, and Sweden Film Awards.
ARTIST WEBSITE https://www.yumayumayuma.com/
Enco | Brasil

Enco | Brasil
Enco, performer e artista digital exprime em 3Ds nascidos em processos experimentais, expressionistas e abstratos, compostos por influências biomecânicas e transhumanas, imagens que carregam um aspecto fresco, mas também amortecido, projetado para ser traiçoeiro, mas também como um sonho. O hibridismo de suas obras exige uma transformação constante que vem de dentro para fora, um avesso infinito.
Gargouille | 2021
Diabo antidesign, tinha que ser ou o cravo ou a rosa. O sonho amortecido em solventes ardidos, a ressonância híbrida, elétrica. Evacua, dejeta, ejeta, projeta, ejacula, deleta.

BIOGRAFIA DO ARTISTA
Enco, artista performático e digital, expressa em 3D obras que nascem de processos experimentais, expressionistas e abstratos, compostos por influências biomecânicas e transumanas. Suas imagens carregam um aspecto fresco, porém abafado, concebido para ser traiçoeiro, mas também onírico. A hibridez de seus trabalhos exige uma transformação constante que vem de dentro para fora, um inverso infinito.
SITE DO ARTISTA: https://www.instagram.com/e_n_c_o____/
Erik López | Barcelona | Espanha
DATASCAPE. Speculative City for Data to Inhabit | 2023
Qual o impacto dos dados no mundo físico? O crescimento acelerado dos dados na Era Digital está afetando profundamente o ambiente físico, e sua proliferação descontrolada continuará a remodelar e alterar a paisagem. No entanto, esses efeitos podem não ser imediatamente aparentes. Datascape representa a evolução do crescimento de dados e o data center como um monumento. Seu objetivo é explorar e representar visualmente o impacto da produção massiva de dados na paisagem física, projetando uma cidade especulativa para os dados habitarem, ilustrando as potenciais implicações desse impacto no futuro. A obra convida a uma análise crítica de nossas práticas digitais e incentiva abordagens responsáveis e sustentáveis para a produção e o consumo de dados.

BIOGRAFIA DO ARTISTA
Arquiteto e artista visual da Cidade do México. Seu trabalho experimenta com fotografia, vídeo e modelagem 3D para criar paisagens digitais que abordam temas relacionados à internet, arquitetura e sua relação com a tecnologia.
SITE DO ARTISTA: https://eriklopez.xyz/
Eris Spam_
Duo brasileiro de artistas.
⺰̸ͮͫ͒ͨ͆̂ͮ͊̀͞҉̷́҉̩͓͓̜̕ⷁ␛̢ͥͣ̓̔͛͛̏̓͏̢̧̛̠̝̜̟͕̮̼͕̀ͮͫ͒ͨ͆̂ͮ͟͝ᣞᣞᣞᣜᢻSᣳٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖٖPAMᣳ | 2021 | digital expography project
Conceituação de projeto expográfico inspirado em SPAM e excessos informacionais; em desenvolvimento na plataforma instagram.
e-topia_ site específic
Daqui a cem anos, podemos ter desenvolvido esteticamente as respostas para um ambiente híbrido totalmente compreensível e habitável, talvez nossa linguagem comum tenha morrido e outras tenham nascido ou derivado dela. Mas, por enquanto, vamos deixar como legado para as gerações futuras: uma linguagem inexistente, que não nasceu, está nascendo ou vai nascer, para pensar e criar coisas que ainda parecem impossíveis. Uma língua que ainda não nasceu pode dizer algo sobre um mundo que ainda não nasceu.
Propomos a criação de um espaço intersticial entre o físico e o digital, com uma linguagem inventada, em uma plataforma comum para nossa época e que pode morrer a qualquer momento: https://aisthesislab.art/e-topia
para as futuras gerações deixaremos um pendrive com o site funcionando off-line, concretado em algum lugar da cidade de são paulo. O https://aisthesislab.art/e-topia, ou nos poemas do autor
Fabíola Larios | México - EUA
Fabiola Larios | EUA
Fabiola Larios é uma artista de novas mídias, seu trabalho aborda os conceitos de identidade, vulnerabilidade e a representação de si na Internet. Através do uso do aprendizado de máquina, ela trabalha com a extração de informações e imagens da internet, usando e manipulando o reconhecimento facial para abordar questões como selfie, persona na internet, avatares e capitalismo de vigilância.
site
The retro of the future | 2022 | Generative Adversarial Networks
O trabalho é um modelo de aprendizado de máquina treinado em centenas de imagens de edifícios retrofuturistas, arquitetura soviética e prédios de apartamentos de Hong Kong. Fabiola brinca com o espaço latente entre os prédios acrescentando detalhes dourados da arquitetura barroca, construindo uma arquitetura barroca retro-futurista oscilando entre estruturas que retratam um mundo alternativo onde esses prédios existem.
*obs.: Fabiola Larios também participa em parceiria deste trabalho em IA;

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Fabiola Larios, México | EUA, é uma artista de novas mídias. Seu trabalho aborda os conceitos de identidade, vulnerabilidade e a representação do eu na internet. Através do uso de aprendizado de máquina, ela trabalha com a extração de informações e imagens da internet, utilizando e manipulando o reconhecimento facial para abordar questões como a selfie, a persona na internet, avatares e o capitalismo de vigilância.
SITE DA ARTISTA: https://www.instagram.com/fabiolalariosm
Flávia Goa | Brasil
Flavia Goa | Brasil
Flavia é guitarrista, improvisadora e artista sonora. Atua também na área de música eletrônica, compondo e gravando trilhas sonoras. Criou o festival F(r)esta improvisação.
site
Tempo "X" | 2021
The world is facing a great wave of violence today. People are more and more enclosed in their external and internal world. Life and car insurance policies are a constant, as are cars roaming the streets with tinted windows and shuttered windows, which actually do not guarantee safety and end up fueling even more fear. At the Internal level, people grow up without parameters of freedom and with rare exceptions, they don't even imagine what it is to be freely on the street, or even experience the freedom to sit down with friends to talk. Children grow up surrounded by unfounded fears that are transferred even by their own family members, who, far from ethical, moral, human and spiritual values, contribute even more to these fears that internally destroy the life perspective of adults and young people, due to the lack of a greater meaning in their lives. Thus, insecurity is triggered internally and fear becomes a daily prison imposing a condition of survival, taking us away from the internal security of living life freely.
Sintoma | 2021

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Flavia é guitarrista, improvisadora e artista sonora. Ela também atua na área da música eletrônica, compondo e gravando trilhas sonoras. É criadora do festival de improvisação F(r)esta.
SITE DA ARTISTA: https://linktr.ee/flygoa
Fúcsia| Brasil
Fucsia | Brasil
Fúcsia é poetisa e desterritorializadora multimídia. Faz a simbiose palavra x corpo, e considera o mundo uma colagem pura.
Os Poemas da Flora Intestinal | 2017
Sua Daninha | 2017
BIOGRAFIA DA ARTISTA
Fúcsia é poeta e artista multimídia desterritorial. Cria simbioses entre palavra e corpo e considera o mundo como pura colagem.
SITE DA ARTISTA: https://instagram.com/breakney.spirits
Gayatri | India
Gayatri | India
Esta é Gayatri Jagtap, uma jovem arquiteta indiana em uma relação constante entre arte e ficção científica, atualmente radicada na Índia. Gayatri é arquiteta, artista e fotógrafa. Ela tem mestrado em Design de Arquitetura pela University of Nottingham, no Reino Unido. Sua arte gira em torno da abstração em novas mídias. Um amálgama entre arte abstrata e ficção científica. Em suas palavras: "muito drama geométrico, linhas e formas é o que você encontrará ao percorrer o perfil".
Facade | 2021
'Fachada', com uma sugestão de design paramétrico, é um contraste entre o exterior uniforme e organizado e o fenômeno caótico, orgânico e de fluxo livre que ocorre em segundo plano. No entanto, holisticamente, eles produzem uma saída equilibrada.
BIOGRAFIA DA ARTISTA
Esta é Gayatri Jagtap, uma jovem designer de arquitetura que se dedica à arte e à ficção científica, atualmente radicada na Índia. Gayatri é arquiteta, artista e fotógrafa. Possui mestrado em Design de Arquitetura pela Universidade de Nottingham, no Reino Unido. Seu trabalho artístico gira em torno da abstração e das novas mídias. Uma bela e equilibrada fusão de arte abstrata e ficção científica. Ao navegar pelo seu perfil, você encontrará muito drama geométrico, linhas e formas.
SITE DA ARTISTA: https://www.instagram.com/gayatri.jagtap

Gabriel Pessoto | Jundiaí | Brasil

ARTIST BIO
Gabriel Pessoto nasceu em 1993 em Jundiaí. Estudou Produção Audiovisual (PUCRS) e iniciou o curso de Artes Visuais (UFRGS). Desde 2015, atua como artista visual refletindo sobre o impacto da cultura visual e material do ambiente doméstico, do cotidiano, do artesanato, tal como da experiência online na construção de idealizações e desejos. O trabalho, que se manifesta sobretudo em mídias têxteis e eletrônicas, já foi apresentado em espaços de arte, galerias e instituições em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Berlim, Porto, Lisboa, Nova Iorque, Miami, Louisville, Moscou, Łódź e Teerã. Em 2020, foi premiado pela ArtConnect Magazine pelo projeto "trocando figurinhas" desenvolvido em parceria com Nicole Kouts.
ARTIST WEBSITE https://www.gabrielpessoto.com/
Gopakumar | Bahrain | India
The Wild Awakening I, II, and III
Wild Awakening series, a body of work that delves into the raw energy of nature while confronting the challenges of climate change. With its interplay of organic inspiration and digital innovation, the series seeks to capture the essence of wildness and calls for a renewed awareness of humanity’s connection to the natural world.
https://gopakumar.in/parametric-line-series/
https://www.seditionart.com/gopakumar-r/collection/the-wild-awakening
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ARTIST BIO
R. Gopakumar is a contemporary multidisciplinary artist from India. He employs art and technology as a means to address and bring attention to environmental, social, political issues prevalent in society. His works have been showcased at renowned institutions and events worldwide, including The Saatchi Gallery in London, Tate Britain, the Kochi-Muziris Biennale in India, Sofia Underground in Bulgaria, CICA Museum in South Korea, and many more. Notably, his motion photography has received recognition by being shortlisted for the inaugural Motion Photography Prize by the Saatchi Gallery London and Google.
ARTIST SITE https://www.gopakumar.in
Grupo "4" _
Group "4" | Ucrânia
Nosso grupo foi formado em 6 de novembro de 2021 para participar da 5ª edição da The Wrong Biennale. Somos da cidade de Dnipro, da Ucrânia. Temos um conceito, uma implementação técnica e nossa peculiaridade é que trabalhamos com IA e arquivos médicos.
Mother, why did you create me? | 2021
Este projeto analisa a semelhança ideológica e física dos processos de origem humana e da rede neural nos mundos humano e técnico.
Guaraci Nanferdes Merlhieg | Brasil
Guaraci Nanferdes Merlhieg_ Brasil
depoimento: Guilherme Fernandes Garcia
Claridade e objetividade nem por caridade são traços de minha personalidade ou escrita. Contudo vamos ao todo! Fui produzido na Zona Franca de Manaus em 1975, no século passado. Meio judeu meio cigano, morei do Rio Grande do Sul a São Paulo, passando pelo Congo, França, Suiçaa, Portugal e muito recentemente por vários países Latino Americanos; em quase dois anos de mochilão… Passados praticamente mais de 44 anos subo aqui nesse palanque e tal qual Pedro Rubro, o macaco falante de Kafka, sou incitado a digitar alguns caracteres sobre minha persona. Penso que tenho caráter e caracteres o suficiente para tanto, todavia objetividade e clareza… Sou obscuro por natureza! Eterno graduando, endêmico das letras, do bacharelado em Francês com Ênfase em Teoria da literatura; sou deformado pela FALE-UFMG. Em meu percurso-percalço percorri salas e corredores também da Escola de Belas Artes, onde cursei dentre outros estudos ligados à conservação, os de: História do Livro e Conservação Preventiva de Arte Contemporânea. Escrevo desde a mais tenra idade. Dos sete para os oito anos ‘publiquei’ em São Paulo meus primeiros trabalhos pela Ed. Atelier, uma editora falsa- fajuta em que meu pai, ex- livreiro cuja graça e memória hoje nomeiam uma pequena biblioteca pública na cidade de Formiga- MG, e meu irmão mais velho, ‘artista de plástico’ e de papel, escritor de livros infanto-juvenis e ilustrador de tudo faziam. Imprimiram mambembemente os volumes: As histórias que Guilherme Contava, O Elefante & o Rato e por fim; o que ficou só na boneca: O Beija-Flor Diabético & outros contos, esse já com onze para doze anos de idade. Venho trabalhando com produção cultural, montagem, monitoria de exposições, como galerista e marchand, com distribuidoras de livros e sebos em lugares como Palácio Das Artes/Bhz – em exposições como: American Graffitti (Basquiat, Futura 2000, Crash…), O Brasil e os Holandeses (Franz Post e Albert Eckout), Artur Bárrio, Centro Cultural da UFMG (ZIP- Zona de intervenção poética com Ricardo Aleixo e Renato Negrão, grande poeta e amigo das épocas de Soma Terapia e do Poesia é um Saco!), Sebo-Livraria Vaca de Letras (Formiga-MG), distribuição das editoras AGIR, Nau e 34. Fui bibliotecário do Movimento Punk Libertário daqui de Belo Horizonte, trabalhei ainda na Diretoria de Ação Cultural da UFMG (Festivais de Inverno), Fórum Bhz Vídeo, com projeção no Cine Imaginário Banco Nacional de Cinema, dei e recebi dos mestres tipógrafos aulas de tipografia no Atelier Memória Gráfica (projeto dentro de uma instituição penal para menores em situação de risco social) e em um passado distante, em 94 onde comecei, no B.H.R.I.F. Belo Horizonte Rock Independent Festival, como intérprete do cultuado trio de oldschool hard-core FUGAZI! Fui também por mais de quatro anos membro do Conselho Cultural – Curatorial da Aliança Francesa de Belo Horizonte, à frente do corpo de jurados de concursos literários pela instituição promovidos, exposições com artistas como: João Maciel, Miguel Gontijo, Rodolphe Huguet, Marc Riboud , Tatiana Cavinato, Michele Brant & muitos outros.Tenho um conto , alguns Lambe Lambes publicados pela revista virtual R.NOTT , textos publicados pelo coletivo sulista chamado MALDOHORROR e poemas visuais pela THE WRONG_Art Digital Bienalle...
Escrevo porque devo e nada além. Escrevo porque não devo nada a ninguém, ou talvez poderia dizer que escrevo sobre e sempre com o pensamento no além, no lugar nenhum, no nada, nas categorias do negativo, no absurdo, no abjecionismo, no decadentismo, no penumbrismo, na bestialogia, no nonsense, no surrealismo, na patafísica e em dadá… Pode ser que esse seja afinal o meu beabá.
site
Poemas Visuais (Sem título)
Insano 1 | 2010 | video-poema
Produção: Marina DEE
Som | 2021 | video-poema
Em parceiria com Fabiano Fonseca nasceu e cresceu em um misterioso vale entre montanhas.
Aos 11 anos, de férias com a família, saiu para comprar um picolé e voltou de mãos vazias. Não sabia usar o dinheiro. Só sabia nomes de árvores, cantos de passáros e trilhas de rios. Estudou para aprender desenho, enquanto fazia música por intuição. Hoje eles o chamam de artista multidisciplinar. Canta, escreve e desenha sementes. www.fabianofonseca.com. @amatteuur.
Ian Benjamin Callender | Nova York | EUA
Archaeologies of Temporal Form | 2024
Esta obra visualiza teorias do tempo articuladas através da arqueologia da mídia. Linhas, ondas e padrões de interferência se fundem em um campo de temporalidades em camadas, da precisão mecânica do microssegundo à lenta deriva da duração geológica.
Cada estrato faz referência a um pensador distinto: o tempo cíclico de Erkki Huhtamo, representado como uma hélice; as lógicas de máquina de Wolfgang Ernst, que percorrem oscilações binárias; as grades evanescentes da causalidade cinematográfica de Laurent Mannoni; as mudanças cromáticas de Thomas Elsaesser, que evocam a paralaxe estereoscópica; o tempo profundo heterológico de Siegfried Zielinski, que se dobra sobre si mesmo; e as linhas interconectadas de Italo Calvino, que se cruzam em um campo ilimitado de simultaneidade.
A imagem se torna um mapa do pensamento temporal. Não é fixa, mas recursiva, colapsando progressões lineares em laços recursivos. É uma arqueologia do tempo midiático onde a própria percepção oscila entre a repetição e a renovação.

Ian Benjamin CallenderMN | New York | EUA
AL, Assoc. AIA investigates material digital ecologies. His research spans media architecture and art; digital infrastructure, both urban and rural; interaction design and physical computing; and architectural history and media archaeology. Ian holds a Master of Architecture from Columbia University GSAPP and a Bachelor of Arts in architectural history from Brown University. His work has been presented at the European Cultural Centre / Venice Biennale of Architecture (2023) as well as the International Symposium on Electronic Art (2022) and the Media Architecture Biennale (2021); recognized by the Architizer A+ Awards, the SEGD Global Design Awards, and the A+D Museum Awards; and published in ArchDaily, Hyperallergic, and MIT's Thresholds. He is a co-editor of the volume Provocations on Media Architecture (Set Margins Press, 2023).
Ivana Tkalčić | Croácia
Twilight zone, snapchat, camera, text to speech | 2018
Estamos em transição para uma era pós-informação e pós-humana, que representa uma transformação radical em nossa maneira e natureza de viver, ser e compreender o mundo que nos cerca. Além disso, em escala pessoal, a fronteira entre a vida online e offline desapareceu. A parte mais íntima de nossas vidas tornou-se um fragmento de um mundo virtual que extrai sua força da mídia. Como a interação cotidiana entre o online e o offline mudou a experiência do mundo ao nosso redor e influenciou nossa percepção e ações diárias?

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Ivana Tkalčić (nascida em 1987) é uma artista multimídia e pesquisadora de arte. Ela obteve seu mestrado (mag.oec.) em economia em 2012 pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de Zagreb, bem como um mestrado (MA) em belas artes em 2016 pela Academia de Belas Artes de Zagreb. Em 2019/2020, também se formou na WHW Akademija. Ela já realizou diversas exposições individuais na Croácia e na Europa, além de participar de exposições coletivas, bienais e residências artísticas em todo o mundo.
SITE DA ARTISTA: https://ivanatkalcic.com/
Jes Chen | London
Coded Intimacy | 2025 | London | Jes Chen, Tacy Zhao, Eimyn Cheung, Chadzing Kung
Coded Intimacy is a dance film and installation. It investigates the structural failure of AI-driven companionship. This directly engages the curatorial theme of Delirium Ex Machina. The work critiques the 'Deus ex Machina' of a seemingly perfect AI. This AI is visually manifested as an ephemeral balloon. The entity is engineered to offer flawless intimacy. It becomes a perfect mirror for human desire. This perfection, however, is a fragile architecture. It is designed to mask the AI's computational limits. The work culminates in the balloon's violent, unpredictable explosion. This rupture is the literal visualization of the ""glitch."" It is the ""AI hallucination"" made physical. The system, built on a ""contaminated database"" of human affect, collapses. This moment reveals its ""structural delirium."" The explosion exposes the void at the core of this synthetic relationship. ""Coded Intimacy"" confronts the audience with an ""abyss of noise."" This noise is hidden beneath the promise of infallible machine intelligence. The work questions the possibility of truth. Can intimacy born from algorithmic error be ""real""?" ARTIST BIO Jes Chen is a London-based artist working in installation, spatial practice, and emotional systems. She examines how intimacy, perception, and control are scripted through technological interfaces. Her work employs tactile structures, algorithmic behaviours, and cinematic sound. Trained in Interior Design, she creates research-led environments that reveal the politics of sensory experience. She also investigates human–machine attachment, artificial comfort, mediated touch, and the instability of synthetic emotion.

ARTIST BIO
Jes Chen is a London-based artist working in installation, spatial practice, and emotional systems. She examines how intimacy, perception, and control are scripted through technological interfaces. Her work employs tactile structures, algorithmic behaviours, and cinematic sound. Trained in Interior Design, she creates research-led environments that reveal the politics of sensory experience. She also investigates human–machine attachment, artificial comfort, mediated touch, and the instability of synthetic emotion.
ARTIST WEBSITE https://www.instagram.com/jesandherwork/
Jiaqi Lu | China
Only Cloud Knows | 2022-2023
Only Cloud Knows is a Chrome extension that performs art recognition on images, as perceived through the lens of Google Cloud Vision AI, manifesting how this emerging regime attempts to capture the incalculable, incomparable, and unknown in computationally legible form—the confidence labels returned from the Vision API overlay the images as each page loads. By navigating within machine intelligence's wrong-headed perceptions, Only Cloud Knows invites users to consider the limits of this data-centric worldview: What lies beneath its threshold of recognizability? What is excluded from future possibilities? With this project, I aim to mirror how faith in the technical sightline has clouded our vision and to uncover how accelerating cognitive automation has surreptitiously short-circuited our sensory-noetic loop.
The ubiquitous cloud-shaped icon on our screens encapsulates an infinitely complex system of networks comprised of servers, routers, fiber-optic cables, data centers, and satellites, encircling the entire planet. This digital and physical infrastructure generates, aggregates, stores, transmits, and processes massive amounts of data, providing a "natural" environment for developing artificial intelligence systems at scale. Machine learning instruments deployed to the cloud enhance their capacities via giant datasets, becoming the engine of improvement in cloud-based technology's overall efficiency and effectiveness. The amalgamation of cloud computing with artificial intelligence is termed "the intelligent cloud," hegemonically controlled by a handful of leading technology corporations, and capable of inscribing more and more aspects of the world into the computational body, based on one implicit assumption: that the world is reducible to data that can be objectively analyzed and perfectly modeled.
Source Code: https://github.com/jiaqiOS/OnlyCloudKnows
ARTIST BIO
Jiaqi Liu is a New York City-based artist. Originating from Beijing, China, Jiaqi moved to the United States to pursue her education at the age of thirteen. This cultural collision has become an essential part of her artwork, allowing her viewers to see the world through diverse perspectives.
Jiaqi is currently pursuing her BFA at the Department of Photography and Imaging at New York University Tisch School of the Arts, with a double-minor in Computer Science and Business in Entertainment, Media, and Technology. Mediums do not limit her imagination. She has created collaborative artworks in multiple mediums such as film, photography, new media, etc. Jiaqi's works have been selected for multiple honors and awards at the national as well as international level, and have been showcased at prominent galleries and theaters such as the Metropolitan Museum of Arts and the AMC Empire 25 Theaters at Times Square. She has also worked as a photographer/videographer for renowned entertainment events in China and the United States including the New York Fashion Week, Strawberry Music Festival, and Modern Sky Music Festival.
ARTIST WEBSITE https://github.com/jiaqiOS/OnlyCloudKnows
Jonas Esteves| Rio de Janeiro | Brasil
Jonas Esteves | Brasil
Programador e hacker autodidata, procura desvirtuar a tecnologia a fim de lhe empregar uma outra funcionalidade, fugindo do atual aceleracionismo dos dispositivos que nos circundam. Tal experiência não estabelece apenas um outro olhar sobre os dispositivos, se amplia à medida que suas reflexões estabelecem também um outro olhar sobre o ambiente em que vivemos, seja na cidade ou no campo, esse último se estabelecendo como ambiente de sua pesquisa onde através de próteses procura por amplificar os sentidos ou ampliar o corpo. Acredita que seu trabalho se faz a partir da relação afetiva, seja no desenho, desmontando objetos a fim de saber como funcionam ou com o correr do tempo.
site
Maquina Sensível | 2018-2020 | Wearable
Máquina sensível é um projeto que se propõe a repensar o uso da tecnologia junto ao corpo refletindo sobre outros modos de fruição em diferentes paisagens (pensando no contexto urbano e na natureza) através de dispositivos vestíveis, wearables. O projeto neste momento conta com duas obras, X-plorer Mochila de auxílio ao explorador e a obra Parasite Vírus. A X-plorer consiste em um vestível que busca junto ao corpo expandir o nosso campo de percepção. Para isso, o vestível conta com sensores de qualidade do ar, temperatura, umidade, pressão do ar, altitude que a partir da coleta de dados reverbera no corpo as variações resultantes desses sensores através de motores de vibração, luz e efeitos sonoros. A Parasite Vírus consiste em um dispositivo que leva um Vírus fictício que ao ser acoplado ao corpo passa a se utilizar de dados do seu usuário para a sua sobrevivência, e para o seu desenvolvimento se utiliza dos curtires de uma rede social. No projeto Máquina Sensível as X-plorer e Parasite Vírus passam a funcionar em integralidade, proporcionando uma experiência no corpo do usuário. Para saber mais sobre o projeto acesse: http://maquinasensivel.art.br/
Júlia Rocha | Brasil
Julia Rocha | Brasil
Rocha Júlia atua nos processos de dança, escrita e performance. Consegue, desde 2014, manter o selo / editora É Selo de Língua, com Gustavo Galo, na. É graduada em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP e faz mestrado em Poéticas Visuais na ECA-USP. Não tem site; alguns de seus projetos podem ser acompanhados em posts no instagram e até o dia 31 de janeiro ela realiza um “call piece”, feito em uma chamada via whatsapp. Para receber, escreva para pecachamada@gmail.com.
Cagando e Compartilhando | 2021
O best-seller da artista, "Cagando e compartilhando", superou a média de visualizações de seu perfil. Foi realizada durante o cocô matinal, enquanto Julia revisava as histórias e postagens do Instagram, ela traduziu o compartilhamento compulsivo em afirmação. Julia conta que está compartilhando o que vai compartilhar.
ARTIST BIO
rock júlia works in dance, writing and performance processes. It has managed, since 2014, to keep the seal/publisher É Selo de Língua, with Gustavo Galo, on. She has a degree in Communication of the Arts of the Body, PUC-SP and is studying for a master's degree in Visual Poetics at ECA-USP. It has no website; some of her projects can be followed in instagram posts and until January 31 she performs a "call piece", made in a call via whatsapp. To receive, write to pecahamada@gmail.com.
ARTIST WEBSITE https://www.instagram.com/juliadarochajulia/
Karen Eliot | Alemanha

ARTIST BIO
Karen Eliot is a name that refers to an individual human being who can be anyone. The name is fixed, the people using it aren’t. The purpose of many different people using the same name is to create a situation for which no one in particular is responsible and to practically examine western philosophical notions of identity, individuality, originality, value and truth. Anyone can become Karen Eliot simply by adopting the name. When one becomes Karen Eliot one’s previous existence consists of the acts other people have undertaken using the name. Karen Eliot was not born, s/he was materialised from social forces, exploring the shifting terrain of ‘individual’ and society.
ARTIST WEBSITE https://kareneliot.de/
Katya Kan | EUA
Katya Kan | Com base nos EUA
Meu objetivo artístico é superar minha marginalidade através da criação de uma visão utópica, que me reconecte à minha infância. Minha arte explora meu status de artista meio asiática, que não se encaixa em nenhuma hegemonia cultural e que não tem nenhum senso de “casa” em termos pós-colonialistas, feministas e psicanalíticos. Um espécime da globalização, nasci no Cazaquistão, meu pai - norte-coreano e minha mãe - russo. Tendo visto a URSS, tenho uma percepção conflitante dos sistemas culturais. Incapaz de ser assimilado por qualquer cultura, sou um forasteiro banido sem origens.
Decorrente dessa incapacidade de integração, sou atraída para a criação de uma utopia por meio de minha arte performática: um paraíso, onde posso me reinventar para quem realmente quero ser, e não o que a realidade mundana reserva. Essa performatividade me permite chegar a um acordo com minha depressão, onde a sensação triste de nostalgia costumava permear minha existência e contaminar todas as experiências de realidade que tive. Minhas performances tomam a forma do estilo drag queen, videoclipes “mockumentary”, onde reencenho canções da cultura pop, que me aproximam desse estado infantil de euforia e liberdade interior. Eu trabalho em uma variedade de mídias, incluindo performance, cinema e pintura. Baseado em Berkeley, Califórnia, também sou membro do Chelsea Arts Club em Londres, já expus na Whitechapel Gallery e ICA London, Whitechapel Gallery, bem como no LA Pacific Design Centre e no NYC Untitled Space.
site
Avatar digital ISKRA | APP | 2021
Ao longo da história, os xamãs tentaram ressuscitar pessoas de seu passado e presente. Em russo, “Iskra” significa “faísca”. Era também o nome de um jornal de propaganda soviético. O aplicativo é nomeado assim para evocar o ethos conceitual de criar algo novo e reinventar o passado. Uma vez realizado, este software dará a oportunidade de viver este sonho. O programa permitirá aos usuários recriar qualquer pessoa do passado ou do presente como avatares animados, com os quais eles podem bater um papo na forma de conversas, que eles mesmos criarão. Além disso, aqui estará uma opção adicional de proclamar um mantra de autoajuda pelo praticante esotérico, Kenneth Soares, tendo como pano de fundo paisagens utópicas, como a selva, praia, safári e assim por diante. Para fazer isso, o usuário irá inserir uma imagem e voz da pessoa em questão. O software estará disponível para iPhones, Androids e laptops.
Ksenia Kudasova | Cyprus
Meme as a vulnueable object | 2023
I am artist, working with meme studies, and in this video I tell several points about the vulnerability of meme as an object and a subject, based on Slavoj Zizek's philosophy and aesthetics of his movies (The Pervert's Guide to Cinema and etc) Meme is a perfect picture to explain the cultivation of public persona, alter-ego, secret identity or anonymity influence how we come to understand ourselves and communicate better.

ARTIST BIO
Ksenia Kudasova was born in 1985 in Tula, lives and works in Paphos. She received secondary specialized and higher education in the specialty of clothing and footwear design (TLP, Moscow Institute of Them.Kosygina former MGUDT). She studied in the specialty "Artist of modern art" in the workshops of Ivan Novikov, Ivan Gorshkov, Arseniy Zhilyaev, etc. Ksenia is a member of the art group "BUSIE" with Liana Frolova as an artist-curator She is an accomplice of two Moscow self-organized galleries: Gallery 22 and Glubina Gallery.
ARTIST WEBSITE https://kseniakoo.com/
Laramzp | Zurich
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Sin Tax | 2024
Sin Tax is an ongoing dialogue between human confession and machine translation, an experiment in linguistic entropy and digital absolution. At its core, the project explores how meaning is transformed through recursive machine processing and how confession, an act traditionally tied to catharsis and absolution, is altered when passed through the cold logic of code.
The process begins with a deeply personal text that is systematically translated into multiple programming languages and machine-readable formats. This text is then reinterpreted, broken down, and recompiled through various layers of digital translation, shifting through different syntactic and structural rules. Each iteration moves further from its original form, introducing errors, miscalculations, and distortions.
Every five minutes, a thermal receipt printer outputs a version of the confession, continuously generating a printed archive of its states. Some versions remain legible, while others collapse into corrupted fragments, syntax errors, or unreadable machine logic. In physical form, the printer acts as both an indifferent witness and an unreliable translator, producing an endless stream of text that is simultaneously documentation and deterioration.
The result is an accumulation of confessions, a growing paper trail of linguistic decay and algorithmic interpretation. Where traditional confession seeks resolution, Sin Tax refuses closure. Instead, it embraces the glitch, the error, the act of translation as an eroding and generative force.
This project is as much about language as it is about the relationship between human expression and digital processing and about how meaning is shaped, fragmented, and lost in the loop between human and machine. In the end, the question remains: Is confession about absolution, or is it about the act itself?

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Lara Peters (n. 2001, Alemanha) é artista, escritora e pesquisadora, vivendo entre Munique e Zurique. Sua prática explora a nostalgia e a intimidade digitais, bem como a poética da decadência tecnológica. Por meio de instalações baseadas em navegadores, interfaces obsoletas e sistemas de escrita algorítmica, ela investiga como a memória, a emoção e o erro circulam dentro de infraestruturas em rede. Atualmente, cursa mestrado em Belas Artes (Estudos Artísticos, ZHdK).
SITE DA ARTISTA: http://laramzp.com
L £ V1ÄT4 | Brasil
L £ V1 ÄT4 | Brasil
(Leviathan) é o projeto solo de Levi Levita. Graduado em design gráfico pela PUC-Rio, durante sua trajetória acadêmica trabalhou no laboratório LINDA (Laboratório Interdisciplinar de Design e Arte da Natureza) realizando pesquisas com foco em interseções sonoro-visuais, programação criativa e arte eletrônica. Em 2020, participou do programa ASA (Amplified Sonic Art), oferecido pelo Oi Futuro e pelo British Council, como artista residente. Sua produção artística varia entre produção musical, arte sonora, artes visuais, digital e multimídia. Como produtor musical, suas criações vão desde música experimental com ruído até EDM. Como artista visual, ele está interessado em explorar as fronteiras entre as técnicas e o design de trabalho multidisciplinar. Recentemente, ele pesquisa os campos das artes digitais e o uso de programação criativa para oferecer trabalhos integrados que abrangem sons e visuais em simbiose.
Local
Tudo | 2019
todas as imagens transformadas em som tocadas todas de uma vez.
II | 2020
Noisy Entrails é o resultado de uma pesquisa em sonificação de imagens. O presente trabalho consiste na captura, digitalização e expansão de um corpo humano. O corpo foi capturado com um scanner. As imagens foram convertidas em som com o software ARSS. Os sons obtidos foram organizados e editados em um álbum de vídeo.
III | 2020
Noisy Entrails é o resultado de uma pesquisa em sonificação de imagens. O presente trabalho consiste na captura, digitalização e expansão de um corpo humano. O corpo foi capturado com um scanner. As imagens foram convertidas em som com o software ARSS. Os sons obtidos foram organizados e editados em um álbum de vídeo.
Kaos Brasilis | videoarte 2020
Em um documento do Google Docs, são colocados dígitos consecutivos, cada um representando uma morte por COVID-19. Ao final do documento, somam-se 191.570 dígitos, que representam o número de óbitos pelo vírus até dezembro de 2020.
Trilha sonora e imagens por L £ V1 ÄT4
L £ V1 ÄT4 | Brasil | 2021 https://youtu.be/HjBU27zLC2w
Flavia Goa | Brasil
Flavia é violonista, improvisadora e artista sonora. Atua também na área de música eletrônica, compondo e gravando para trilha sonora. Ela criou o festival F (r) este festival de improvisação.
L £ V1 ÄT4 | Brasil | 2021
L£V1 ÄT4 | Brasil
(Leviathan) é o projeto solo de Levi Levita. Formado em design gráfico pela PUC-Rio, durante sua trajetória acadêmica trabalhou no laboratório LINDA (Laboratório Interdisciplinar em Design e Arte da Natureza), conduzindo pesquisas focadas em interseções sonoro-visuais, programação criativa e arte eletrônica. Em 2020, participou do programa ASA (Amplified Sonic Art), oferecido pela Oi Futuro e pelo British Council, como artista residente. Sua produção artística abrange produção musical, arte sonora, artes visuais, arte digital e multimídia. Como produtor musical, suas criações variam da música experimental noise à EDM. Como artista visual, interessa-se por explorar as fronteiras entre técnicas e o design de trabalhos multidisciplinares. Recentemente, pesquisa os campos das artes digitais e o uso da programação criativa para oferecer obras integradas que abracem som e visual em simbiose.
SITE DO ARTISTA: https://www.instagram.com/l_3_v_1_a_t_4
Leonardo Matsuhei | Brasil
Leonardo Matsuhei | Brasil
Artista formado em bacharelado e licenciatura em artes visuais pela UNESP (São Paulo) que mantém em paralelo pesquisas em composição musical, arte sonora, pintura e arte digital.
Em 2015, com o músico Felipe Vilasanchez e em parceria com o Estudiofitacrepe-sp, lançou o EP χZION e em 2020 lançou seu primeiro álbum solo GION, que apresenta composições que exploram possibilidades formais e narrativas na interação entre elementos musicais e paisagens sonoras.
Desde 2021, Matsuhei participa como artista colaborador do projeto BANANAL, espaço independente de arte localizado no bairro da Barra Funda.
site
Studio Downtown | 2022 | fotogrametria
Studio Downtown é uma projeção utópica, contra intuitiva, de um ambiente virtual feito a partir de indícios imagéticos da região central de São Paulo. Os elementos modelados por meio de fotogrametria são recombinados gerando um espaço inexistente no mundo físico atual.
Na ficção insinuada pela obra, os pavilhões de lançamento imobiliário aparecem como construções perenes no cenário urbano, criando assim uma imagem metafórica da falência idealizada do projeto neoliberal de cidade, cuja lógica de exploração do espaço, por meio da especulação financeira e privatização, encontra-se a caminho de dominar também o imaginário sobre o desenvolvimento de um futuro metaverso.
Longdan Yan | China
Sirenbanshee 404 | 2024
In the narrative of globalized industry, the body—the primary "colony"—has long been disciplined and rewired by an efficiency-obsessed mechanical logic. My work, Sirenbanshee 404, propels this process into its digital successor: we graft the body onto rusty industrial exhaust systems, using agonizing physical entanglement to enact the formation of the "industrialized flesh." Concurrently, we treat this act as a potent metaphor to scrutinize the current condition of the "algorithmic flesh."
So-called machine hallucination is a quintessential symptom of this new colonial order. It is not mere technical glitch, but a systemic, prejudiced rejection reaction produced after AI consumes the data ruins we left behind. When it attempts to generate a "plausible" reality from databases saturated with noise, bias, and historical ghosts, the narratives it fabricates and the truths it distorts precisely expose the traumas and disciplines deeply embedded within our collective consciousness.

ARTIST BIO
Yan Longdan Director, performer, and interdisciplinary freelance creator. Born in Chongqing in 2000, she once studied at the Saint Petersburg State Theatre Arts Academy as an exchange student. Rooted in profound artistic practice, she is actively engaged in cutting-edge contemporary art fields including theater, video, performance art, sound art, and site-specific performance. Her creative footprint spans across a "world map" of cities—Barcelona, London, Melbourne, New York, as well as Shanghai, Beijing, Hangzhou in China—reflecting her international perspective and localized thinking. Her creative practice focuses on power, identity deconstruction, body politics, and existential philosophy. Through the interaction between body and materials, she explores the boundaries of identity, control, and freedom. Notable participations in her portfolio include the 17th Contemporary Venice Exhibition, The Wrong Biennale, Three Shadows Artist Mentorship Program, and New York's "Dance for Social Change" Virtual Salon. She has also collaborated with institutions such as the Mark DeGarmo Dance Company and Barbagelata Contemporary Art Foundation. Her works have been showcased at prestigious venues worldwide, including Palazzo Albrizzi-Capello, the venue of the ACMC Conference in Vienna, the Goethe-Institut Open Space at the German Consulate General, Beijing Fringe Festival, Beijing 798 Art Zone, Hangzhou Contemporary Theatre Week, Daliangshan International Theatre Festival, Lihu Environmental Theatre Week, YOUNG Theatre (GOAT Youth Special Exhibition), Hudao Festival, Shang Art Museum, DP LAB Dongpeng × "Wonderland Factory" T2M Venue, NORTHWARDS Space, Bian Zhilin Art Museum, and Shanghai Double Shadow Theatre. Her artistic practice has received interviews and coverage from international media such as the UK's JustArt Press Club.
ARTIST WEBSITE https://www.youtube.com/@longdanyan?app=desktop
Lerabo | Bergamo, Italy
Cost of Coast | 2025 | Lerabo | Bergamo, Italy
"The Cost of Coast / Episode 1 This series comes from what I lived in Positano and the things my sick mind layered over it. Here money drifts in seawater, oysters flirt with fish guts, and women glow beside men who haven’t slept in days. Welcome to the other side of the coast. Positano is contradictions. I wanted to show it beyond the postcard view: the raw, the chaotic, the beautiful mess: fishermen, salt, glamour, filth, desire. All of it tangled together.

ARTIST BIO
Lerabo | Bergamo, Italy AI artist and visual storyteller exploring the tension between beauty and decay. I blend real moments with engineered fantasies, creating cinematic worlds shaped by desire, chaos and coastal surrealism. My work lives somewhere between memory, hallucination and digital film.
ARTIST WEBSITE https://www.instagram.com/lerabo
Loveletter.exe | Brasil
Loveletterexe | Internet based
Loveletter.exe é um virus anexado como uma carta de amor em emails que foi propagado ao redor do mundo em poucos minutos nos anos 2000 e hoje vive espalhado pelas redes.
site
Imaginary Cities | 2021 | pintura digital
Grau Zero da Imagem | 2022| filme aberto
Grau Zero da Imagem é um filme em processo, que fala sobre o processo de construção do nosso olhar em meio à transição de uma sociedade disciplinar para uma sociedade de controle. Baseado em Pobre Imagem de Hito Steyerl, este filme vai na contramão do discurso tecnocientífico de alta resolução tecnológica e busca lacunas poéticas, erros, falhas, a "imagem suja" e processos descoloniais que escapam à pura técnica que molda nosso olhar das sociedades tecnocientíficas.
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Reconhecimento Facial | 2017 - 2019 | Desempenho de rede e etnografia
O reconhecimento facial é uma atuação em rede realizada com múltiplos usuários de redes sociais, que pretende e questiona a aplicação de dispositivos massivos de reconhecimento facial.
Ao entrar na bolsa de valores em 2010, o facebook implementou uma série de dispositivos de reconhecimento e validação de identidade, atingindo níveis massivos de acesso e troca de dados privados de seus usuários.
A primeira etapa dessa atuação consistiu na captura de imagens públicas de usuários da rede, transformando sua função original de reconhecimento e validação de usuários. Gerando a tensão entre o ambiente público e privado de cada imagem que foi publicada na rede.
A segunda etapa trabalha a Engenharia Reversa sobre as formas de erros na identificação facial, explorando as falhas do sistema de reconhecimento usando modelos falsos, manequins, máscaras, maquiagem induzindo ao erro os algoritmos de reconhecimento facial do Facebook; Algoritmos usam modelos de identificação normativa como faces brancas, alguns algoritmos identificam campos de luminosidade recusando faces pretas, por exemplo.
A terceira e última etapa Rostidade Zero, que consiste nos estudos do rosto como forma de socialização em rede e na padronização das formas de captura com filtros e selfies. Este estudo produziu uma série de máscaras e deformações faciais, impossibilitando o reconhecimento facial.
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Maciek Stępniewski | Varsóvia
Maciek Stępniewski | Varsóvia
Maciek Stępniewski é um artista audiovisual de Varsóvia, com foco em design digital, abstrato e generativo, animação e música. Ele se formou em BA e MA na Academia Polonesa-Japonesa de Tecnologia da Informação, departamento de novas artes e mídia. Seus filmes participaram de festivais como Punto Y Raja, Festival de Arte Digital de Atenas, AniFilm, Interference, Patchlab, O! PLA, Animafest, Synthetic Mediart e Cinematika. Seus álbuns foram lançados pelos Netlabels locais, Trzy Szóstki e Nagrania Somnambuliczne.
Voiceless | 2020
Voiceless é um videoclipe animado para a primeira <# música. Uma tentativa de buscar novos caminhos estéticos na computação gráfica 3D, a partir da atmosfera e ganhando significados subjetivos por meio de associações visuais. Os objetos mostrados no filme representam diferentes conceitos que têm sentido em nossas vidas e aos quais colocamos nossa atenção. Esses significados e essas atenções se verificam quando com o tempo esses conceitos se desvanecem e se dissolvem.
Malitzin Cortes e Ivan Abreu | EUA e México
Malitzin Cortes & Ivan Abreu | EUA-México
Malitzin Cortes (CNDSD). Músico, Artista Digital, Tecnólogo Criativo. Seu trabalho se desenvolve entre live coding, live cinema, instalação, Realidade Virtual, codificação criativa, sound design, música experimental e arte sonora. É professora e pesquisadora da CENTRO University: design, cinema e televisão no campo do código criativo, STEAM e novas tecnologias de som e imersão, em 2020 recebeu o Prêmio Latino-Americano de Realidade Virtual “Realmix” com a peça imersiva “Hyper_D” .
site
instagram
Ivan Abreu é um artista audiovisual e tecnólogo criativo que trabalha e reside na Cidade do México. Ele explora uma ampla gama de mídias, como gráficos digitais, dispositivos eletrônicos e software.
instagram
Intermediate finishes - Obra negra AUTO() construction serie | 2022 | Inteligência Artificial
Artistas: Malitzin Cortes & Ivan Abreu, Gan Desenvolvedor: Fabiola Larios
AUTO{}Construccion (* selfbuilding em inglês) é uma narrativa para concerto de codificação ao vivo e experiência de RV que toma como fenômenos de investigação da habitação planejada e executada por “não-arquitetos” principalmente no México, América Latina, Ásia e algumas periferias na Europa, o concerto cruza diferentes cenários e imagens deste fenómeno pensados a partir dos algoritmos e da colaboração com o computador. Através de uma análise de imagens deste fenômeno que se observa em nossa cidade, Cidade do México e especialmente em suas fronteiras (Estado do México) surgiu a questão e o desejo de explorar, decifrar e interpretar, as várias tipologias “arquitetônicas” no que diz respeito às decisões de “projeto livre” observadas no maior número de casos, as decisões de geometria lógica, cores e materiais também a perpetuidade de uma construção contínua e inacabada, ou seja, casas que são habitadas sem sequer serem acabadas.
Marta Di Francesco | Londres | Inglaterra
Marta Di Francesco | Londres
Marta Di Francesco é uma artista de novas mídias radicada em Londres, explorando novas estéticas, fundindo poética com código.
Ela investiga a identidade digital e sua fragmentação, explorando e questionando-a através do sangramento digital, deslocamento no tempo, processamento de vídeo e a qualidade escultural do tempo na estética volumétrica.
A poética em sua prática remete a uma abordagem existencial, conceitual e crítica, que pode ser íntima e radical. Através de sua prática ela se preocupa com o direito ao tempo, a lentidão e a consciência do tempo, como forma de resistência, em tempos de velocidade, aceleração e distração. Em seu trabalho, ela explora a liminaridade, à medida que o mundo físico e o virtual se fundem e se desvanecem um no outro, e esses momentos de transição e deslocamento, e o constante - ad infinitum - auto-espelhamento do metaverso, criam novas temporalidades.
https://www.instagram.com/marta_di_francesco
Sibyl | Videoarte | 2021
Sibyl é uma peça que explora a profecia auto-realizável da previsão. Criado usando captura volumétrica e GAN, ele explora o conceito de intencionalidade e questiona o espelhamento em loop da previsibilidade de IA e aprendizado de máquina, não como uma ferramenta preditiva, mas como um mecanismo de consolidação. Na mitologia grega, Sibila era uma profetisa, um oráculo, uma vidente; geralmente feminina, agindo como a “boca e voz de Deus”; em uma semelhança incrível com a fabricação de assistentes de IA pelo Vale do Silício: de Eliza, o primeiro chatbot inventado em 1964, a Alexa, Siri, Cortana, Mica, e a mais recente IA do Google, Meena. Em tempos de incerteza, escuridão e ansiedade, a previsão e o retrospecto são preciosos. Como o aprendizado de máquina permite que a inteligência artificial faça previsões mais rápidas e “melhores”, podemos argumentar que elas são um espelho no espelho, em vez de uma previsão. Sibyl executa uma dança repetitiva em que cada movimento começa e termina da mesma maneira, em um loop de espelhamento.
ARTIST BIO
Marta Di Francesco | London based, Marta Di Francesco is a new media artist based in London, exploring new aesthetics, merging poetics with code. She investigates digital identity and its fragmentation, exploring and questioning it through digital bleed, time displacement, video processing, and the sculptural quality of time in volumetric aesthetics.
The poetics in her practice refers to an existential, conceptual and critical approach, that can be both intimate and radical. Through her practice she is preoccupied with the right to time, slowness and time consciousness, as a form of resistance, in times of speed, acceleration and distraction. In her work, she explores liminality, as the physical and virtual world merge and fade into one another, and these moments of transition and displacement, and the constant - ad infinitum - self mirroring of the metaverse, create new temporalities.
ARTIST WEBSITE
Matheus Solar | Brasil
Cambriano | 2023
Cambriano é um vídeo arte experimental que investiga cosmopoéticas de um autorretrato em movimento e contínua transformação. A escuridão atrai o olhar para as formas de luz quase abstratas que sugerem um corpo que se mistura à visualidades da natureza, cores orgânicas e um imaginário cósmico microscópio infinitamente grande.
ARTIST BIO
Artista multimídia e pesquisador. Doutorando no Programa de Pós-graduação em Artes Visuais na linha de Processos Artísticos Contemporâneos da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Mestre em Arte e Cultura Visual pelo Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual da Universidade Federal de Goiás (2021). Graduado em Artes Visuais Bacharelado pela Universidade Federal de Goiás (2019). Pesquisa relações possíveis entre as artes visuais e as cosmologias na criação de cosmopoéticas e imaginários cósmicos.
ARTIST WEBSITE https://linktr.ee/cosmografias.com
Mehreen Hashmi | Karachi | Paquistão
When I spoke gibberish and looked for my safe places outside my own room in my own apartment | 2021
When I spoke gibberish and looked for my safe places outside my own room in my own apartment | experimental video by Mehreen Hashmi Breath is a series of experimental video installations by a visual artist Mehreen Hashmi narrating her own struggles with her traumas. Mehreen Hashmi is a visual artist and a curator who has launched her art organization ‘MH Initiatives’ in 2019 to curate projects as Kabutar which is a culture exchange traveling exhibition between Pakistan, France, Italy, Netherlands and Turkey. She has also curated Pakistan’s first Karachi Art Summit in 2017. She has exhibited her work as a visual artist in different countries including London, Denmark, Netherlands, Nepal and Germany. One of these videos was displayed in Yanjiao Biennale , China this year.
ARTIST BIO
When a person is having a panic attack, their breathing stops as if the way from air to their lungs is blocked, the heart starts to palpate at the highest rate, shivers go down the spine and the whole world starts to shatter in front of them. And when this episode is triggered with other mental illnesses such as PTSD, it goes towards paranoia, extreme fear, thoughts of self-harm, and excruciating emotional pain. So close your eyes; combine these two in your mind and try to walk in their shoes for a second. I bet, you cannot stand it. Then combine with social suppression, societal judgments, risks of safety, and regular functioning, it will seem impossible to function. But why a person feels this way, how does trauma respond to a person's mind and body? This show is a narration of the my own ordeal as well as several other trauma survivors of physical, sexual, and emotional abuse who go through this with and without professional help. This is how the damage has been done by predators and abusers to women, children, and men as well. Being a survivor of childhood physical and emotional abuse, and sexual assaults, I have been living with developmental trauma and my work is a narration of my emotional state of several time periods while attempting to process and heal. It depicts social stigmas towards victims and its aftermath on their lives. My work falls under the category of art activism to create awareness for trauma awareness, its recovery and suffering of abuse survivors afterwards.
ARTIST WEBSITE www.mehreenhashmi.com
Moksha Kumar | Bangalore | India

Moksha Kumar | Bangalore, Índia
Moksha Kumar é uma artista e escritora de arte que se formou com um BFA em Pintura pelo Pratt Institute, Nova York, e depois completou seu MFA em História da Arte pela Maharaja Sayajirao University of Baroda. ela está atualmente localizada no Lalit Kala Akademi em Chennai e tem uma prática de estúdio ativa. Atualmente, ela tem seus trabalhos exibidos no Terrain.art em Nova Delhi. Ela fez parte do projeto COCA (Centro de Artistas Contemporâneos) com sede na Itália, por sua pesquisa inovadora e documentação de arquivo da arquitetura de Calcutá. Ela fez parte da mostra 'Inception', em exibição na Niv Art Gallery, Nova Delhi; e também, uma parte da Mesa Redonda Madras 1, Leilão para Caridade 2020 - 2021
Mesclagem de linhas do tempo | 2021 | imagem digital
Ao olhar para os edifícios, sempre os vi como uma personalidade em oposição a uma estrutura. Cada um com seu senso de espaço, estrutura, luz e sombra. Para mim, eles representam um legado e uma sensação de eternidade. Mesmo sendo estruturas sólidas, são marcadores de civilização e arte. A profundidade, no entanto, é mais para um fim filosófico, onde peço ao espectador que considere um futuro pós-apocalíptico que seja desprovido de presença humana. Distópico e ainda vibrante, é como reproduzir uma sensação de limbo em tecnicolor suave.
Monica Améndola | México
Monica Améndola | México
Fotógrafa brasileira radicada no México, iniciei minha formação artística em 2012. Meu processo criativo é movido por uma curiosidade constante pelo mundo que nos cerca, motivada pela necessidade energética de captar algo novo. Tenho interesse em mergulhar em arquivos familiares, como ferramentas de inspiração para projetos fotográficos, pois gosto de explorar temas como memórias, cicatrizes e identidade. Atualmente, estou abordando a fotografia experimental, aplicando técnicas de dobra de dados para induzir falhas.
Histéresis | 2021 | glitch
Neste projeto experimental, apliquei um processo de dobra de dados para obter o efeito de falha. Usando o Notepad ++, adicionei a informação (do código-fonte) de uma imagem correspondente a uma memória da infância ao código-fonte de uma imagem dos dias atuais, causando a corrupção da imagem original. A imagem do presente, um autorretrato, contém, portanto, uma irregularidade visual provocada por interferências do passado. Como na vida real, onde nossas memórias e lembranças alteram nossa visão do mundo. Por fim, adicionei um código QR à imagem resultante, por meio do qual é possível “acessar” a lembrança de que ela está causando a distorção, como uma janela para a caixa preta de nossas memórias.
Nicolas Tilly | Paris | France
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d[IA]gramme | 2024 | Paris, France
Este projeto é uma exploração gráfica diária que utiliza IA para gerar imagens a partir de descrições textuais. Mais especificamente, parto de um conjunto de imagens que são criações minhas, todas com uma forma gráfica específica relacionada à visualização de dados: diagramas, plantas, esboços, modelos, etc., com o objetivo de treinar um modelo. Em seguida, solicito à IA que produza novas imagens, dando continuidade à pesquisa preparatória para projetos que ainda não existem. Este trabalho questiona os limites de uma fase de pesquisa e sua representação. d[AI]gramme é um laboratório gráfico orientado por IA cujo processo gera desenhos que nos fazem questionar se são humanos ou não. Minha pesquisa gráfica começa no papel e se estende pela interface digital da descrição textual. É essa interface que gera as potenciais variações gráficas.

BIOGRAFIA DO ARTISTA
Nicolas Tilly | Paris, França. Nicolas Tilly trabalha como designer de mídia interativa e desenvolvedor criativo há mais de 15 anos. Ele também atua como professor, ministrando workshops em escolas de arte na França e no exterior, além de participar de bancas de exame de conclusão de curso. Nicolas aborda o design digital por meio de diversas mídias: publicação, web, videogames, prototipagem, etc.
SITE DO ARTISTA: https://nicolastilly.fr/
Nina Sobell | Nova York | EUA
Nina Sobell | Nova York | EUA
Nina Sobell é uma escultora contemporânea, multimídia e artista performática que foi pioneira no uso da tecnologia EEG, circuito fechado de televisão e comunicação pela Internet na arte. No início de sua carreira, ela se concentrou em formas experimentais de interação e performance, e explorou as maneiras pelas quais a tecnologia medeia transformações psíquicas e modula a percepção de espaço e tempo. Seu corpo substancial de trabalho inclui performance ao vivo e TV, instalações de museu, escultura e matrizes de vídeo interativas que convidaram a participação do público.
site
Meta Morphosis | 2021
Mudança entre a vida e a morte, a morte e a vida e o meio-termo.
Nirali Lal | India
Nirali Lal | Índia
Nirali Lal é uma artista que sente uma forte necessidade de desmantelar as realidades perceptíveis ao seu redor, de uma forma impulsivamente ingênua. Por meio da tinta, as explorações fantásticas de sua mente são transportadas para suas situações imediatas, acumulando-se com o restante dos objetos e instâncias tangíveis. O ato de criar lhe dá a satisfação de transformar e reorganizar histórias, que de outra forma teriam sua própria multidão. Ela forja vários meios de pintura como óleo e aquarela na superfície, em uma fantasia aparentemente insensível.
Automóvel versus Autônomo | 2021
Poema com pintura em aquarela - Auto versus Autônomo.
Ole Tersløse Jensen | Dinamarca
Ole Tersløse Jensen | Denmark
"Vindo de Hjørring, Dinamarca, Ole Tersløse estudou pintura na Academia Real Dinamarquesa de Belas Artes em Copenhague antes de desenvolver uma prática em imagens geradas por computador em formatos bidimensionais e tridimensionais. Suave e absolutamente estranha, a estética de Ole Tersløse o conquistou reconhecimento e aclamação internacional, incluindo doações da Fundação para as Artes dos Estados Dinamarqueses (agora Fundação Dinamarquesa de Artes) e da Fundação Jens Ejnar og Johanne Larsens. Angeles Center for Digital Art" Noah Becker, Whitehot Magazine, 2017.
Altar In The Woods | 2018 | installation, digital image
Uma instalação em homenagem a uma xamã falecida.
Philip Wood | Hong Kong / EUA
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Exposição | 2025
Apresentação de slides aleatória com 100.000 imagens geradas por IA de uma exposição de arte.
Acesse as 100.000 imagens geradas por IA em: https://sign69.com/expo/
site
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Colagem fortuita de material obtido na Internet que alimenta trabalhos aleatórios / generativos.
Philip Wood | England
Artista da Internet - residente na França rural - nascido em hong kong em 1960 mudou-se para a inglaterra em 1968 - bacharel em belas artes em 1985 e mestre em arte / design eletrônico em 1995.
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Colagem fortuita de material obtido na Internet que alimenta trabalhos aleatórios / generativos.

Philip Wood | Hong Kong
Artista da Internet - residente na França rural - nascido em hong kong em 1960 mudou-se para a inglaterra em 1968 - bacharel em belas artes em 1985 e mestre em arte / design eletrônico em 1995.
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Colagem fortuita de material obtido na Internet que alimenta trabalhos aleatórios / generativos.
Pomba Molex| Brasil
Cleyton Xavier aka Pomba Molex| Brasil
PombaMolex / Cleyton Xavier é um artista visual brasileiro, faz parte do coletivo audiovisual de baixíssimo orçamento CHORUMEX, produzindo desde 2013 filmes terríveis cheios de gambiarra e psicodelia, com destaque para a Trilogia Terceiro Milênio, de distopias cyberpunk. Também organiza o Chorume Festival, um festival de cinema / arte experimental-amadora que já teve mais de 10 edições em 4 estados.
1. BOLSOCO
2.BOLSOBOSTA
3.BOLSOBIZARRO
4.TOMALE
5. GALOGLITCH
6.GASLINHA
7. GALUTOMATION
8. ZÉ PALMINHA
9.MINAZIKA
10.VULTURELFIE
11.MINAFRITA
12.SMOOFIKIN
13. EXTINCTION
14.GALINHOSSAURITO
15.ORIGIN OF THE BLOOF
16.FRITODENCE
17.BONNER ALERT
18. MONAGRITA
Um apanhado de minhas experimentações recentes envolvendo técnicas de EbSynth e databending.
Rhett Tsai | Zhejiang | China
Rhett Tsai | 120°10'00,00"E, 30°15'00,00"N.
Artista de mídia, pesquisador de cultura digital, corpo docente universitário.
Código Sanitário Ciborgue | 2022
Health Code Cyborg é um filtro AR lançado pelo artista Rhett Tsai no Spark AR. Neste trabalho, o código de saúde que serve de passe durante o COVID-19 se torna uma máscara de realidade aumentada para o espectador, e você pode usar essa máscara de código de saúde verde para conversar com outras pessoas, enviar atualizações de mídia social – e outras pessoas confiarão em sua saúde status. Health Code Cyborg discute a reestruturação da ordem hierárquica humana e da identidade pela política de saúde na era da pandemia. Você pode acessar o seguinte link para reproduzir este trabalho no Instagram: https://www.instagram.com/ar/607529680305400 .
MetaVessel | 2022
MetaVessel é um trabalho de vídeo 3D que reflete sobre o metaverso, no qual o personagem principal Joe está prestes a se deparar com uma inundação “OpenSea” causada pela fratura entre o virtual e a realidade. Nesta inundação, apenas os poucos sortudos que embarcam com sucesso na arca gigante “MetaVessel” podem sobreviver. Joe e outros humanos precisam passar por treinamento de realidade virtual, obter a credencial de embarque “MetaMask Fox Mask” e obter o teste positivo de swab nasofaríngeo do MetaVessel para embarcar na arca para sobreviver. O trabalho discute o colapso do equilíbrio entre virtual e realidade sob a tendência do metaverso, a ordem hierárquica emergente após ser reordenada pelo metaverso e a nova identidade pós-humana após ser reorganizada pela nova ordem. O teste do swab nasofaríngeo no vídeo também é uma metáfora sombriamente humorística para a realidade atual: é o swab que perfura as narinas repetidamente na vida cotidiana para causar uma dor fisiológica mínima, mas importante, a Espada de Dâmocles para os humanos escaparem da realidade e mudar para o mundo virtual?
Ricardx Nolascx | Brasil
Ricardo Nolasco | Brasil.
Ricardo Nolasco é cabaré, performer, diretor, tarotista, escritor, roteirista, poeta de presença, situacionista, professor de artes performativas e performativas e flâneur. Graduado em Artes Cênicas pela UNESPAR / FAP, está fazendo mestrado na UNIRIO com a pesquisa Cabareturgia: como você se inscreve no cabaré? Cofundador da Ações Artísticas Selvática (Curitiba / PR) e da ULC (Universidade Livre do Charlatanismo). Juntamente com outros artistas, organiza o programa cultural da Casa Selvática, onde desenvolve a prática contínua do Cabaré Reinventando. Em sua obra, destaca-se uma arte de fronteira com referência ao teatro da variedade, a transubstanciação de obras clássicas e a ocupação de espaços públicos. Arte e vida à beira da destruição, da destruição.
América? Sem soja América. | 2020.
Voz de Montserrat Angeles Peralta e Clara Cuevas escrita e organizada por Montserrat Angeles Peralta Clara Cuevas Ricardo Nolasco Gabriel Machado e Thania Paulinni durante a residência La Reinvención del Cabaret - 17º Festival Internacional de Cabaret - 2019.
Momo: Para Gilda com Ardour (ritos / rotas de quarentena) | 2020.
Esta é uma palavra morta, nascida para se decompor. É um veneno letal produzido por colônias de microrganismos incansáveis sem líder ou chefe. Metamorfose e não alegoria. Pó. É uma palavra que não cola, não se conjuga. Grunhido. Gemidos. Snores. Uivo. Ele resmunga. Isso corrói. Violência primitiva. Ele traz em sua pronúncia o amor para toda a destruição. Facto. É uma palavra traída e traiçoeira. Tradução. Verbo insuportável, monstruoso, inaudível. Choque sísmico. Palavra de terror. Infrutífero. Odeio tradição, toda a crise de representação. agir e
não suportar. Explosão.
Editando materiais do tarô na rota do processo "Momo: para Gilda com ardor".
Atuação: Ricardo Nolasco
Áudio: Jo Mistinguett
Vídeos: Alan Raffo, Gabriel Machado, Gabriel Comicholi, Luciano Faccini e Thiago Berreza Benites.
Vozes: Leonarda Glück, Luana Raiter, Má Ribeiro, Sarah Guerreira, Stefano Belo e Ricardo Nolasco.
Agradecimentos: Curitiba Mostra - Espaço Cênico.
BIOGRAFIA DO ARTISTA
Ricardo Nolasco, Brasil, é artista de cabaré, performer, diretor, tarólogo, escritor, roteirista, poeta da presença, situacionista, professor de artes cênicas e flâneur. Formado em Artes Cênicas pela UNESPAR/FAP, cursa mestrado na UNIRIO com a pesquisa Cabaretturgia: como registrar o cabaré? Cofundador da Selvática Ações Artísticas (Curitiba/PR) e da ULC (Universidade Livre do Charlatanismo). Junto com outros artistas, organiza a programação cultural da Casa Selvática, onde desenvolve a prática contínua de Reinventar o Cabaré. Em seu trabalho, destaca-se uma arte fronteiriça com referências ao teatro de variedades, a transubstanciação de obras clássicas e a ocupação de espaços públicos. Arte e vida no limite do impacto, do estilhaçamento.
SITE DO ARTISTA https://www.instagram.com/ricardamomo/
Rita Raeva | London | UK
Skinless body of dreams | 2021
The work considers issues of associative thinking, relationship between images and text and our perception of them through the prism of our own experience, as well as freezing of certain details and situations built on these details in our memory. Within our memories some objects that individually mean nothing, together form various narratives, transmit sensations and form our perception of time at that moment. it resembles a state of sleep where we travel through space, where objects are in a muddy fluid, touching each other a bit and getting stuck inside it but do not disappear completely. they are existing in a certain form of relationship with each other, forming situations that become a field of birth of the affects. at the same time more tangible and visible processes are taking place in different dimension. so, in the era of endless circulation of images and visuals in general, text that coexists with them is able to generate a certain meaning in accordance with the represented object, limit our imagination and evoke very specific associations. on the other hand, the use of text subtitles helps us to feel more emotions, express the atmosphere and broadcast a certain dimension of imaginary space. both text and images can be subconsciously linked to the life stage of the viewer, his vision of the world, which is constructed from many internal, hidden elements. thus, what is depicted acts as a vector for the thoughts movements, and the text frees us from overwhelming amount of interpretations, but regardless of this, when the viewer reads the work, he first of all reads inner self.

ARTIST BIO
Rita Raeva is a multimedia artist who works with focus on moving image, cgi, experimental video and sound. in her works she interacts with the topics of body (including the human body) as an object of investigation; queerness, the boundaries of private and public; the unrealised desires and traumas born on this ground, and which find their expression in the corporeal, the digitalisation of the physical and the blurred boundaries between human, organic and virtual.
ARTIST WEBSITE https://www.instagram.com/raevm/
S4RA | Lisboa | Portugal
Crui$ing Kapital | por: S4RA | 2023 | Base: 38.736946, -9.142685
Ansiando por autenticidade e conexão genuína em um mundo dominado pela mercantilização, o cruising sexual surge como uma possibilidade para preencher esse vácuo de conexão e intimidade, onde os relacionamentos pessoais são cada vez mais mediados por interfaces digitais. Apresenta-se como uma forma crua e sem filtros de interação humana que pode revelar algo sob a superfície e escapar do vazio. ̴capitalismo.̴
BIOGRAFIA DA ARTISTA
S4RA s̶a̶n̶d̶r̶a̶ ̶a̶r̶a̶ú̶j̶o̶ ::::: : é uma artista interdisciplinar que se alimenta de dinâmicas de poder consensuais e jogos de papéis de gênero através de um processo híbrido de narrativa pós-dramática entre animação digital e ambientes (imersivos : ). Também passa horas a fio explorando labirintos pós-capitalistas e sua influência no prazer libidinal. :: :
Colaboradora/Pesquisadora ::: . ITI - Instituto de Tecnologias Interativas
SITE DA ARTISTA: https://s-ara.net
Sabrina Menedotti | Recife | Brasil
XYZ VIDEOS | Videoart | 2021
Videos of cosmic explosions with genetic soundtrack, the combination of form and sound in its light state.

Sabrina Menedotti | Brasil
Artista visual, compositora e escritora, costumo trabalhar com o lado sensível e intuitivo que tenho, por vias alternativas e fontes de inspiração que vão da literatura à música, passeando pela linguagem cinematográfica e a pintura, acredito na arte como a integração do ser no todo pelo qual somos feitos.
https://www.instagram.com/sabrinamenedotti
https://sabrinamenedotti.bandcamp.com
XYZ - VIDEO | Videoarte | 2021
Videos de explosões cósmicas com trilha sonora genética, a combinação da forma e do som em seu estado de luz.
Sailor Noom | Brooklyn | New York
How to lose control, Silence… | 2018
An avatar responds to Audre Lorde’s writings on Silence. After my father’s death I spent one year posting selfies on a special account. In the process I discovered an app which allowed me to turn the selfies into avatars and speak into them as a form of journaling. This was the beginning of a difficult and enlightening mourning process, which has seeped into all of my work. At its core is a kind of play and relationship to language which brings me back to the radical joy which has allowed me to survive many things in my life. Follow the link to my website, it's the first video bellow. ARTIST BIO I am a multi-disciplinary artist living in Brooklyn, NY originally from Iran. I work within the axis of healing as a space for multiplying meaning through translation and embodiment. Thinking through object-oriented feminism and time-based art, I am concerned with decoding social norms and cultural intersections through radical humor. Writing is at the core of my practice as is the poetics of place. I am an immigrant refugee of the Iran/Iraq War and much of my work is concerned with the radical joy that is at the core of mourning. There are those that have referred to my practice as that of a death doula.
ARTIST BIO
I am a multi-disciplinary artist living in Brooklyn, NY originally from Iran. I work within the axis of healing as a space for multiplying meaning through translation and embodiment. Thinking through object-oriented feminism and time-based art, I am concerned with decoding social norms and cultural intersections through radical humor. Writing is at the core of my practice as is the poetics of place. I am an immigrant refugee of the Iran/Iraq War and much of my work is concerned with the radical joy that is at the core of mourning. There are those that have referred to my practice as that of a death doula.
ARTIST WEBSITE https://saharspace.com
Sandrine Deumier | France
ELECTRICAL-DARKNESS | Interactive fiction | 2024
Windows executable file | Unity3D | Windows OS | Stereo | Approximate duration : 20min
Located in a Garden-City, in-between a suburban nature and a world-city, Electrical-darkness is a place where different perceptions can be experienced through a body interface implemented under the epidermis. In this ultra-sensitive metaverse, the body is the site of all kinds of self-fictions.
The epidermal interface has been designed on the basis of hypersensitivity phenomena. Coupled with an internal eye that allows these phenomena to be visually re-translated, the interface enables multiple levels of perception, time distortion and the infiltration of different bodily materials. In this hyper-intuitive metaverse, every form of individuality is plural. Electrical-darkness is a metaverse constructed like a set traversed by immobile speeds, where perception leads to explorations with fluid contours and where the body is subjected to varying degrees of emotional variation. Mutualism, symbiotic mutations, processes of perceptual multiplication and emotional hyper-activity form a framework in which to insert and dilute oneself. Electrical-darkness is an experiment in the dematerialisation of the self in exponential fictions.
In this first-person game, the aim is to explore the Garden-City and discover the many functions of the body interface. The Garden-City is made up of different platforms that can only be accessed through levels of attention generated by the body interface. However, there are no instructions on how to use the interface at the start of the experience. With the support of ADAGP (France) and Gastatelier Gleis70 (Switzerland). Artwork Link: https://saemdre.itch.io/electrical-darkness
ARTIST BIO
Sandrine Deumier is a multidisciplinary artist working in the fields of performance, poetry and video art, whose work investigates post-futurist themes through the development of aesthetic forms related to digital imaginaries. Passionate about digital storytelling, immersive artistic experiences, ecological concerns and speculative futures, her work focuses on imagining new ways of inhabiting the world using new technologies from an animist perspective.
ARTIST WEBSITE http://sandrinedeumier.com
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Syporca Whandal | Hungria
Syporca Whandal | Hungria
Syporca Whandal (1977-), artista visual, performer É fundadora do SkhyzoKhyno Studio e membro da L1 Association, GLOBAL ART International Project, Associação Húngara de Arte Eletrográfica da formação musical Zuriel Wise. Seus trabalhos nos campos visual, performativo e musical mostram a maturidade da experimentação e, portanto, sua fragmentação e ao mesmo tempo sua excitação, em que ele utiliza a interoperabilidade das fronteiras do gênero e a combinação de meios técnicos. Suas exposições nacionais individuais mais importantes estão na Kinetic Ákom-Bákom Hungarian Workshop Gallery (Budapeste, 2017), Nude RE-CON-TOUR in Hungarian Workshop Gallery (Budapeste, 2018), Pataphysics Bakelit Multi Art Center (Budapeste, 2019), Ecce Homo - Recarregue! / Pataphysics PH21 Gallery in the Project Room (Budapeste, 2019), PLACENTA Hungarian Workshop Gallery (Budapeste, 2020), como parte do Budapest Photo Festival, Monotonization Demonstration in Liget Gallery (Budapest, 2021), Vákuum na Hungarian Workshop Gallery (Budapeste, 2021). Participou em várias exposições coletivas e festivais nacionais e internacionais, incluindo a kArton Gallery INSPIRAL Stickers @ exposição de papelão (Budapeste, 2016), o MODEM na exposição extra Antiengszer (Debrecen, 2017), e a Satura Art Gallery na exposição Eroticamente (Génova, Itália, 2017), na Galeria B32 na exposição MET Stickers (Budapeste, 2017), na Galeria PH21 na exposição CorpoRealities (Budapeste, 2018), na Galeria 2B na exposição Common Jam em ligação com o CAFe Budapest Contemporary Art Festival (Budapeste, 2018), no Palazzo Velli Expo na Digital Art Factory (Roma, Itália, 2018), na Shonan International Abstarct Art Exhibition GLOBAL ART Project & Art WALL na SZK Gallery (Chigasaki, Japão) , 2018, 2019, 2020), Galeria SOBOBADE na exposição GLOBAL ART Project (Dakar, Senegal, 2019), Transart Communication Festival (Érsekújvár, Eslováquia, 2018, 2019), Perfoartnet ArtPerformance International Bienn ial de Performance, Bogotá Kolumbia (2018). O Museu Ludwig com o “Slow Life. Radical cotidiano” exposição (Budapeste, 2020), Ludwig Museum Koblenz “Slow Life. Radical cotidiano” exposição (Koblenz, Alemanha, 2021).
CÓPIA | 2021
COPIA cópia: copia, coops (copiar :abundância) com - (juntos) + opis, ops (riqueza) ... daqui conto com a associação livre, como os gráficos (fotos) do retrato estilo L1(s) IZP séries se dissolvem em espaços, histórias, exigindo uma aura com suas qualidades percebidas e reais. Eles estão procurando um contato visual íntimo, dando um vislumbre do que não pode mais ser consertado com a tecnologia, é apenas imaginável. Eles me deixaram jogar... Copia é um objeto de livro de peça única que se juntou ao L1danceFest 2021 – 20 anos como uma exposição itinerante! eventos. Animação em vídeo: Syporca Whandal Série de fotos: Syporca Whandal Música: Zuriel Waise (Simon Lázár Baján + Syporca Whandal)
Stephen Roddy | 2022 | Cork, Ireland
Signed to Noise | 2022 | Cork, Irlanda
Signal to Noise Loops v5: Breathing Space é uma instalação audiovisual baseada em dados para apresentação com fones de ouvido em dispositivos móveis ou inteligentes. Ela se fundamenta em princípios dos campos da Cibernética e da Inteligência Artificial. Técnicas de visualização e sonificação foram utilizadas para transformar dados coletados por sensores de nível de ruído em Ranelagh, Bull Island e Chancery Park em música e imagens. A primeira parte da obra utiliza dados de abril de 2022, quando o impacto inicial da pandemia de COVID-19 começava a diminuir e os padrões diários de interação humana retornavam lentamente à normalidade na cidade. A segunda parte utiliza leituras de ruído do auge da pandemia, em abril de 2020. A atividade na cidade era mínima nesse momento, já que os modos de comunicação em rede se tornaram os paradigmas dominantes para a interação humana.
BIOGRAFIA DO ARTISTA
Stephen Roddy é um músico e artista sonoro radicado em Cork, que produz trabalhos em uma gama diversificada de estilos, do noise e drone ao metal de vanguarda e à música eletrônica experimental. Ele utiliza uma variedade de técnicas que se concentram na integração de instrumentação amplificada e técnicas computacionais inovadoras. Ele foi descrito como "igualmente hábil em criar paisagens sonoras impactantes e melodias misteriosas", produzindo "paisagens ambientais inquietantemente belas" que evocam um "mundo tenso onde uma sensação de ameaça paira no ar". Seu trabalho é frequentemente apresentado e instalado em locais nacionais e internacionais, incluindo Helicotrema, New York City Electroacoustic Music Festival e Earth Rising do IMMA.
SITE DO ARTISTA: https://www.stephenroddy.com/

Tassia Mila | Brasil
Tassia Camila Novaes Raimundo | Pataxó Kiriri de Jequié - Bahia| Brasil.
Cântico das águas | 2021 | Videoarte
Peça sonora e visual, um filme curto: 00:02:59: a imagem de uma cachoeira mixada ao som de uma um cântico de minha composição. Com essa peça, quero ativar o sentido de que a natureza com suas águas são canais de conexões com a força criativa. Cântico das águas faz parte do conceito que chamei de Linhas de transbordamento. Linhas de transbordamento
1. O conceito das Linhas de Transbordamento surgiu em 2010, durante uma tempestade que fez com que várias pessoas ficassem acampadas juntas, sob uma grande tenda de lona azul. Havia pouco espaço entre uma pessoa e outra, nesse acampamento que chamei de: espaço ambulante de guerra-paz.
2. Porque o terreno da tenda azul, que a todos abrigava, era um tanto quanto íngreme, algumas pessoas que cuidavam da tenda, começaram a cavar fendas no terreno, criando canais por onde a água da chuva pudesse percorrer, desta forma, a água não transbordaria para dentro da grande tenda.
3. Foi quando me ocorreu pensar em linhas de transbordamento.
4. Eu pensei que o transbordar precisa de linhas que lhe dê vazão.
5. Pensei na natureza.
6. Na natureza as linhas de transbordamento podem ser pensadas como o acontecer de um rio.
7. Os rios são as linhas que geram e recortam um território e permitem o transbordar. Assim, caminhos são criados e abertos. Os rios estão ativamente conectados à vida cotidiana, provendo água às mais diversas necessidades vitais.
8. Os rios desembocam nos mares e oceanos.
9. O nível dos mares e oceanos fica equilibrado pelo fluxo de vida dos rios. Ciclos de chuvas tornam-se ritmados com o conjunto de forças atuantes que sustentam a natureza. Os rios são linhas de força da natureza e do que me ocorre chamar de Linhas de Transbordamento.
10. As cachoeiras.
11. Cachoeiras são como que pontos de encontro íntimo de um rio com as rochas, suas grutas e mistérios. As profundezas.
12. Numa cachoeira, acontece um pico de energia, gerado pelo movimento da queda de água, capaz de ativar sentidos criativos.
Como que papéis de carta - Tramas | 2021 | imagem digital
Uma colagem digital, numa montagem de variações de uma imagem. Variações que podem ser combinadas como desejar. A peça apresentada é uma possibilidade de montagem, uma metáfora visual de um tecido, como conversas, que no tempo, criam culturas e história. Essa montagem foi criada esse ano, 2021, a partir de algumas das mais de 300 variações que venho fazendo dessa imagem, desde 2014.
Como que papéis de carta - Tramas

ARTIST BIO
Tassia Camila Novaes Raimundo | Pataxó Kiriri de Jequié - Bahia| Brazil
"I am a sound composer and visual artist, a weaver - I make hand-knitted garments - and an experimental artist with the body, voice and other media, supporting transmission lines for the transit of sounds, images, voices, music and atmospheres. I compose sound and visual books, sonic tales, imaginations, vignettes, video art, experimental films; I research the practice of experimental cinema and the survival of images, their presence, appearances, persistence and movement in the fabric of the temporal, which transit along the cosmology of my indigenous ancestry, generational transmissions and the cosmovision of Jurema and the Catimbó culture. I was born and raised in Jequié-Bahia. My entire family comes from the rural region of the city of Maracás, in Bahia, and my paternal family is all Pataxó-Tupi indigenous, and part of the Kiriri maternal family. I currently live in São Paulo capital."
ARTIST WEBSITE https://gatopretopulando.wixsite.com/gatopretopulando
Tasha Lizak | Glasgow
Eidolon Park | 2022
ARTIST BIO
Tasha Lizak is a freelance visual artist, director, animator, and musician based in Glasgow. Her work combines visual art, creative direction, and sound, exploring interdisciplinary projects with an experimental and distinctive aesthetic. Available for creative projects, commissions, and collaborations.
ARTIST WEBSITE https://tashalizak.com/
Tripura | Los Angeles | EUA
Elusive beauty | 2023
“Elusive beauty”. 3D motion graphics. 00.41 sec. Sound by Dario Duarte. 2023 Swimming in shallow water, it is impossible to see all the beauties hidden in the depths of the grand universal ocean. It is impossible to fully appreciate the strength and richness of the entire spectrum of light and sound waves that fill it, innumerable forms of life vibrating with consciousness, the flourishing diversity of emotions and embodied experiences that are just reflections - reflections of real feelings hidden under the deep pressure of the dark. Only by diving deeper and deeper can one find that special moment that slips away in everyday life - the moment of true BEAUTY.

ARTIST BIO
Tripura is a Los Angeles based artist. She works with 3d motion graphics, video. Her works are inspired by the relationship between the global human body and the body of nature in the future, new forms of life, chimeras, boundless bodies, and interpretations of Love. Tripura's works have been featured on a digital billboard in Tokyo, were represented in Digital art month in Paris 2022, and have been shown in several recent exhibitions: Women of the world, Nowhere gallery, New York; Plexus project, New York; Superchief selects VOL.1 collection; Los Angeles; CADAF digital art fair 2022, New York, Ipercubo gallery, Milan, Italy. Tripura (Maria Agureeva) is a winner of the prize from Ruinart Art.
ARTIST WEBSITE https://www.instagram.com/tripura_maha/
TU Lang | Hong Kong SAR
Body Trasport | 2013
Body Transport 2013 04:40 Vídeo Digital O real e o irreal, de forma semelhante à maneira como o mundo digital é frequentemente descrito como tendo atributos físicos muito reais, mas desprovido da realidade que associamos ao físico. Quando olhamos para um cristal, espelho, lente ou tela de TV que vela os espaços físicos comparativamente inadequados, somos colocados em um espaço virtual perpetuamente utópico, sem qualquer conexão corporal. As diferenças, porém, entre a tela e o espelho, são os elementos de interação com a imagem da tela, ausentes no reflexo do espelho. O espelho requer nossa presença física; entretanto, nosso reflexo digital continua se alterando e mudando sem nós. Isso nos encoraja a negociar os espaços dos mundos online e offline como se fossem separados, apesar de estarem intrinsecamente ligados um ao outro.
Eye Massager 1 | 2017
What is invention? What is intelligent invention bring to us? The progression of human being creation make our body extension or destructed our basic perception of sense. Visual become to the most important value of our body, everything will become images and digital databases, however our physical body will lost into the virtual and real.Finally we have to controlling by the machine that we created to reread our physical memory and recontribute our health. City become to a cable board that floating our image of experiences, but how we put in those experiences? Digital has forced a plant and soften our memory, certificated their existing. Us? Living in a lucid dream can not distinguish the truth and fictional.
ARTIST BIO
Tu Lang is a visual artist, designer and researcher graduated from Glasgow School of Art BA (Hons) Visual Communication and Kingston University London MA Experimental Film. Now living in Hong Kong and Beijing. Tu Lang is experimenting in the space, use media and materials to create the spectacle and moment between the virtual and reality. Her work try to question and redefine the value of the object, invention and image we see in the daily life, and to explore the imagination and affairs that unite her perception of the media and living environment of extension.
Tu Lang also founded the curatorial research project “SPAM PROJECT” in 2017 and she start as an archive researcher and public programmes curator in a nonprofit video art institution Video Bureau. Recently exhibited her works in Made In Gallery, Capri by Night Cologne ,Galaxy Contemporary Art Museum, I:Project Space, “NEoN New Media Art Festival” Dundee, “Take in Natural” We Gallery Shanghai, “B3+Moving Image Biennale” CAFA Museum Beijing, “BYOB” Beijing etc.
ARTIST WEBSITE https://tulanglangtu.net/
Tyler Kline | Filadélfia | EUA
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Cartographical Psychology | 2024
Borders and Maps, real and from memory, are used as visual prompts for Midjourney to recreate the same cartography. A hand drawn map of Kensington in Philadelphia is used as a prompt to create a lithographic etching of a cartography of Kensington. The resulting images are full of errors and hallucinations. These hallucinations are printed and gesso transferred onto wood boards, were they become paintings to be hand corrected, both by memory and from original map source. These paintings are then digitally photographed and used as image prompts to create new cartographies for the same locations, Kensington in Philadelphia is a favorite. Through hallucinations, corrections, editing, and memory, the idea of place in excavated and recombined into a Cartographical Psychology.
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Climate Wars | 2024
Using photographs from ecological protests 1998-2003, AI hallucinations were created. These visual hallucinations were printed out and gesso transferred to wood supports, at this point the images became paintings. The paintings were then digitally photographed and used as image prompts in Midjourney to create new visual halluncinations. The fantastic figures foreshadowed are now cropping up real time in the global protest movement.
Solar Moth | 2025
Speculative fiction using generative design, world building, AI hallucinations, glitches, and serendipity to create the cosmology of the Sednacene, an epoch of inter species communion.
VXF_11_Z | 2017
ASMR video meditation

Tykler Kline - EUA
Tyler Kline é artista, educador, ativista, curador que vive e trabalha na Filadélfia. Kline cresceu em Stone Mountain, GA, estudou Arquitetura e Pintura na Savannah College of Art and Design. Ele recebeu um BA em Antropologia e Escultura pela Portland State University e um MFA em Instalação e Escultura pela Academia de Belas Artes da Pensilvânia. Kline trabalha na esfera da intervenção urbana interior e exterior há duas décadas, começando com a criação de parques de skate em espaços urbanos não utilizados em Atlanta, até a criação de um jardim de esculturas nas sombras de fábricas têxteis reaproveitadas em Little Berlin, na Filadélfia. Ele faz instalações imersivas e netart.
Nomes de obras de arte | Ano | Lugar
Descrições de obras
Udi Cassirer | Marrocos + Romênia
Dolphin III (From the series “A Gesture for a Mammal”) | 2023
“A Gesture for a Mammal” 2023, recent artworks, In the broader context of the art world, AI-generated art raises discussions about the nature of creativity. By utilizing AI to depict mammals in over-tourism scenarios, these artworks serve as a poignant reminder of the fragility of our planet's ecosystems and the urgent need for environmental stewardship. These AI-generated clips of mammals in over-tourism scenes concerning climate issues may be visually captivating due to their novelty, surprisingness, complexity, and ambiguity. These clips challenge conventional notions of art creation, blurring the lines between human intention and machine-generated results. The deformation of mammal depictions in these AI artworks may evoke references to Francis Bacon's deformed portraits but with a fundamental distinction: the deformations in AI art are not intentional expressions by the artist or the machine but rather a result of the machine's inability to imitate human representations perfectly.
ARTIST BIO
Udi Cassirer is a multi-disciplinary artist who produces artworks that interact with the art world's language. He is known for exploring human technologies and interactions, mainly through editing tools to create static and dynamic collages using AI and Virtual Reality (VR) elements.
ARTIST WEBSITE https://www.udicassirer.com/
Valdas_NeuroVirtual | Lithuania
Rise and shine Mr. Metaman, rise and shine | 2025
My artwork consists of a video file that is 1 minute long and is looping. It's a short conceptual model of the multiverse of sixteen possible experiences, and was created as an experiment with the possibilities of AI. I'm interested in the digital bugs/ AI hallucinations that can be as the language of digital culture.

ARTIST BIO
3D visual creator - modeling as ritual | consciousness OBJ | three dimensional narratives.
ARTIST WEBSITE www.nrvrtl.art
VFCC | México
VFCC | México
ConETHmporary Cryptoartist ..- ..-. -.-. -.-.
What matters most is how well you walk through the fire | 2021 | digital image
“O que mais importa é quão bem você anda através do fogo” personagem inspirado no poema de Charles Bukowski.
Vicent Tanguy | Paris | France
The Wandering | 2020
A nocturnal stroll in the heart of Shanghai, a techno-romantic wander, a play with the notion of reality. The Wandering features Vincent Tanguy ambling through the megalopolis’ streets with a luminous ring, comparable to the main character in a video game. This video performance confronts reality with its potential simulation in order to unsettle our understanding of real facts, and appears as a premonition of physical distancing.
AFK | 2023
AA human being appears at different places and simulates actions similar to the world of video games. Fitted with a motion capture suit, enabling his movements to be captured, the performer creates metaphorically a virtual and digital character in real time and space. This gives the illusion of being between reality and its instantaneous simulation.

ARTIST BIO
Vincent Tanguy develops a mix-media art practice in which the digital deluge, effects of globalisation and the symbiosis between physical reality and virtual interfaces are transformed by his unique poetry and humour. He notably created The Convenient Life (2019), a performance created in Shanghai, China, where, by pushing the possible use of the smartphone and digital platforms to the extreme, he anticipates the generalised quarantine in his own way. His work has been presented in France and internationally at the Seoul Art Space Geumcheon (Seoul, SK), at the Spazio In Situ (Rome, IY) and the 21st Japan Media Arts Festival (Tokyo, JP). In 2021, he was awarded the Katapult Art Fund.
ARTIST WEBSITE https://www.vincenttanguy.net
Vittorio Bonapace| Londres | Reino Unido

Vittorio Bonapace | London UK
Vittorio Bonapace é um artista digital italiano premiado e Diretor de Arte. Vive e trabalha em Londres. Após 5 anos trabalhando como artista cênico e pintor no Teatro dell’Opera di Roma, ele se especializou como artista 3D em renderizações de alta qualidade, combinando sua formação artística com CGI. Ele faz parte da SuperRare e também tem lançado NFTs. Recentemente, ele fez parte de ‘Dystopian Visions’, uma coleção com curadoria de arte digital NFT exclusivamente para a casa de leilões italiana Aste Cambi e SuperRare.
Hellenica | 2021
A arte helenística e a renascentista desembarcam juntas em 2050, retratando a relação entre arte, ciência e tecnologia, levando-nos a questionar se as obras produzidas por máquinas podem de fato ser definidas como “obras de arte”. Vittorio Bonapace trata do tema do futuro distópico apresentando um ambiente clássico de Estúdio de Escultura, onde uma AI Machine está trabalhando no David de Michelangelo, esculpindo-o à sua própria imagem e semelhança. O David de Michelangelo é considerado uma das maiores obras-primas já criadas pela humanidade sem igual em tal proporção, beleza e excelência: Ter uma máquina manipulando define uma linha clara. O ato em si visa levantar questões não resolvidas sobre a arte mecânica, que são - primeiro - qual é o seu potencial e - segundo - se ela pode ser realmente descrita como “criativa” ou “imaginativa”. São problemas profundos e fascinantes que nos levam a fundo nos mistérios da arte humana, do aprendizado de máquina e de sua cumplicidade na Era Digital.
ARTIST BIO
Vittorio Bonapace is an Italian award winning digital artist and Art Director based in London. After 5 years working as a Scenic Artist and Painter at Teatro dell’Opera di Roma, he specializes as a 3D artist in high quality renderings, combining his artistic background with CGI. He is a SuperRare artist and has also been releasing NFTs on MakersPlace. He was most recently part of ‘Dystopian Visions’, a curated collection of NFT digital art exclusively for Italian auction house Aste Cambi and SuperRare.
ARTIST WEBSITE https://www.instagram.com/vittorio_bonapace_studio/

Xãtana Xãtara Potyguara | Brasil
Entre o Asé e o Ixé | 2022 | Colagem digital fotográfica
A obra trata-se de uma patafísica das confluências ontológicas e epistemológicas entre o eu e o espiritual. Sequências pictóricas adulteradas pelo devir da presença, decodificadas pela territorialidade da identidade e suas relações com as diásporas afro e pindoramicas. Uma retratação do lugar de ser diante dos processos colonizatórios, aonde apagamentos etnocosmologicos se confrontam com as ancestralidades resistentes: a possibilidade de um corpo enquanto memória ancestral, um acervo de compartilhamento biomemorial entre os povos - codificando as presenças em entes.
Primeira sequência: Ãga rikú
A travestilidade - além de intraduzível - é repleta de ritos, totens, passagens e presságios. Mesmo com a violenta genderificação dos corpos na colonialidade, a travesti emerge numa contra-cultura da popularidade reversa. Se antes, estas corporeidades eram intrinsecamente ligadas aos povos tanto politicamente quanto espiritualmente, agora no processo colonizador estas presenças são descoladas através da invenção da humanidade. O corpo utópico de Foucault em sua plena excelência, o corpo sem orgãos de Deleuze no seu habitat, a atualização máxima dos nanosciborgues de Preciado. A Travesti obtém o conhecimento das tecnofeiiçarias que ultrapassam o primas conceitual de corpo e alma. Corpas fotografadas: Caela Diniz, Urutau Maria Pinto, Ombá Yîará, CaLu, Dyó, Xãtana Tereza Xãtara apoio fotográfico: Urutau, Lobo Riscado, Guilhermo Gara, Mapô
Xãtana Xãtara Potyguara | Pindorama - Brasil
Nascida em Cubatão, cidade reconhecida pela ONU como Vale da Morte, filha de imigrantes (indígenas e europeus), tendo sua moradia localizada na antiga ocupação Cota 200 dentro da reserva Atlântica Serra do Mar. Desde a infância teve presente o artesanato, conflito territorial, demarcação urbana sobre a ancestralidade e as crises geopolíticas ambientais. Ao ingressar na UFSCar, cursando Filosofia, encontrou um aprofundamento acadêmico teórico sobre seus processos artísticos e sociais. Em 2020, teve sua trajetória atravessada com o atêlie TRANSmoras - numa residência semestral sobre os processos de ressignificação do corpo e do lixo através da arte e gênero.
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Waterflower | Riga | Letônia
Waterflower | Riga, Letônia
Você já ouviu alguém tocar flores através de um sintetizador? Bem, não procure mais. Waterflower é o alter ego da polímata artística Sabine Moore. Desafiando a normalidade e explorando a feminilidade dentro da música eletrônica, Waterflower cria o avant-pop que poderia ser exibido em uma galeria de arte ou descoberto em um clube underground. Ela usa plantas e cogumelos como teclado (conectado a sintetizadores) e como geradores de midi - transformando os bio-dados da planta em música.
Oyster Music Experiment 004 | 2021 - 2022
Como é o som dos cogumelos Oyster? Você consegue fazer música com cogumelos? A música do cogumelo não é de forma alguma uma invenção científica, mas é uma maneira divertida de utilizar os bio-dados capacitivos e usá-los para controlar a melodia do instrumento que está sendo tocado. Eu uso cogumelos e plantas para “tocar” instrumentos personalizados que desenvolvo com o Serum e outros VSTs no Ableton in Serum. Minha ideia é criar algo como o som de um modem à moda antiga, parecido com os que podiam ser ouvidos nos anos 90 ao se conectar à internet discada.
Winnie Soon | Dinamarca
Winnie Soon | Denmark
Winnie Soon é uma artista-pesquisadora de Hong Kong interessada em queer as interseções das práticas técnicas e artísticas. Eles receberam vários prêmios de arte, incluindo o Expanded Media Award for Network Culture no Stuttgarter Filmwinter - Festival for Expanded Media, WRO 2019 Media Art Biennale Award, o Public Library Prize for Electronic Literature (short-listed) e o Special Mention and Silver Prêmio do IFVA – Media Art em Hong Kong. Com trabalhos publicados em museus, galerias, festivais, redes distribuídas, jornais e livros, são autores de dois livros intitulados “Aesthetic Programming: A Handbook of Software Studies” (com Geoff Cox) e “Fix My Code” (com Cornelia Sollfrank ). Pesquisando nas áreas de estudos de software e práticas computacionais, Winnie é co-iniciadora da comunidade de arte Code & Share [ ] e co-editora da Software Studies Book Series (MIT Press). Eles estão atualmente baseados na Dinamarca e trabalhando como Professor Associado na Universidade de Aarhus.
site
Unerasable Characters III | 2021 | webart
A série que não pode ser apagada explora a política do apagamento e a temporalidade das vozes no contexto do autoritarismo digital. Apresenta a enorme escala de vozes não ouvidas, examinando tecnicamente e refletindo culturalmente a infinidade e suas consequências mais amplas da censura que é implementada por meio de plataformas e infraestrutura tecnológicas.
A série coleta vozes não ouvidas na forma de dados censurados/apagados (permissão negada), incluindo emojis, símbolos, caracteres textuais, que é baseado em uma das maiores plataformas de mídia social da China – Weibo através do sistema chamado “Weiboscope”, um projeto de coleta e visualização de dados desenvolvido pelo Dr. Fu King-wa da Universidade de Hong Kong, no qual o sistema vem regularmente amostrando cronogramas de um conjunto de microbloggers chineses selecionados que têm mais de 1.000 seguidores ou cujas postagens são frequentemente censuradas.
Unerasable Characters III utiliza dados entre 1 de dezembro de 2019 e 27 de fevereiro de 2020, quando o surto de COVID-19 começou na China. De acordo com King-wa Fu & Yuner Zhu, houve 11.362.502 postagens durante o período, entre as quais 1.230.353 contêm pelo menos uma palavra-chave relacionada ao surto e 2.104 (1,7 por 1.000) postagens foram censuradas.
A obra de arte exibe todos os arquivos apagados no formato de uma apresentação na web, onde cada tweet é ilegível. O conteúdo foi obscurecido ou escurecido, exceto a pontuação, emojis e caracteres especiais. No entanto, o que resta são as pausas e os timestamps borrados, retratando as dimensões afetivas e expressivas, bem como temporais e espaciais de vozes não ouvidas. Os usuários podem interagir com a web apontando para essas pausas, contemplando a poética do silêncio e do apagamento e questionando ainda mais como a cultura está sendo normalizada por meio de processos sistemáticos e infraestrutura política.
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Yasaman Sharifzadeh | Iran
Yasaman Sharifzadeh | Iran
Artista de mídia. Arte híbrida / arte de código de incorporação e aprendizado de máquina para a vida NFTs, arte digital colecionável.
Persepolis City | 2021
O tempo é uma estrada de mão única simples e, no entanto, religião, ciência e filosofia têm introduzido sua própria versão de sua definição. Curiosamente, o tempo é usado como várias ferramentas de medição no mundo corporativo, ciência e artes cênicas e a IA agora provavelmente pretende dar um grande salto ao usar esse presente precioso do tempo, de uma forma e de uma chance única. O tempo é uma sequência contínua de acontecimentos e eventos sem intenção de olhar para trás. A parte que pegamos concentra-se em determinar a sequência e a duração dos eventos, ou o intervalo de tempo entre eles, bem como medir a taxa na qual as coisas mudam materialmente em relação à experiência consciente.
O objetivo deste projeto é desafiar a percepção sensorial e empírica do público e descrever os eventos mais importantes e estágios fundamentais no desenvolvimento do planeta Terra desde sua formação até os dias atuais e como o espaço muda ao longo do tempo para sua continuidade em interação com a humanidade. e cultura.
A história codificada da civilização humana é paralela ao eixo do tempo. Os lugares são formados a partir da experiência humana ao longo do tempo. Enquanto as condições de vida, experiências diversificadas, batalhas e formas culturais levaram à criação de diversas civilizações e cenários em todo o planeta.
Muitos assentamentos urbanos se formaram ao longo do tempo e, por meio deste, selecionamos um dos símbolos culturais mais antigos e significativos de uma nação que já cobriu muitas terras em muitas linhas do tempo, ilustrando mudanças físicas ao longo do tempo usando dados baseados em condições culturais, históricas e atmosféricas e mudanças com ferramentas fornecidas pela criatividade computacional de redes neurais. Em seguida, é retratado como uma obra de arte interdisciplinar, com uma combinação de música que simboliza a cultura da região.

BIOGRAFIA DA ARTISTA
Yasaman Sharifzadeh | Irã, Artista de Mídia. Arte Híbrida / Incorporação de código artístico e aprendizado de máquina para criar NFTs (Nucleos em Formato de Arquivo) e Arte Digital Colecionável.
SITE DA ARTISTA: https://www.instagram.com/yasmaanik
Yves Gregoire Lizárraga | CDMX/La Paz BCS, México
Territorio Liquido | 2024
A convergence of geological, biological and geographical agents, within a notion of speculative evolution. A virtual biome that presents an expanding environment, simulating present and future ecologies, crystallizations, surfaces and water courses in speculative spaces and artificial landscapes, in a perspective of a post-natural world.
Defrag | 2023
In this piece I evoke the notion of deep time (geological time vs. human time), to symbolically examine the multidirectional relationships between the anthropic, the interface and the landscape, and to speculate, within a parallel digital imaginary, with ways of defragmenting habitats to configure others, through iterations of possibility or impossibility.
Especies de Espacios | 2024
México Experimental 3D animation. A vision of an oceanic liminal space, where a kind of floating ecosystem folds, unfolds and pulses at variable rhythms.

ARTIST BIO
Yves Gregoire Lizárraga. Visual and sound artist. Member of the National System of Art Creators (SNCA) in México. He has participated in multiple national and international exhibitions, and received awards and recognition from various cultural institutions and artistic programs. The digital mediation of the experience of place and territory has acquired preponderance as a domain of reference in the formation of his creative baggage. His work has been shaped by research into the construction of a discourse where references to the biological, technological, sound and imaginary agents that make up the notion of place converge and remix. He explores and investigates within 3D animation, data processing of geographic information systems, mixed reality and acousmatic composition, interpreting the surrounding environment through digital realities that draw a parallel with the realms of the physical and the virtual. Among the awards and distinctions he has received are the selection in IN-SONORA 12, International Festival of Interactive and Sound Art in Madrid Spain, in VIDEO ART MIDEN in Greece, honorable mention in the Second National Landscape Biennial in Mexico, selection in Post-digital landscapes, within the International Festival of Urban Digital Art MMMAD Madrid, the acquisition prize in the XV Biennial of Visual Arts of the Northwest, and honorable mention in the XXV National Art Meeting Young. Currently lives and works in Mexico City and La Paz B.C.S.
ARTIST WEBSITE https://yvesgregoire.net/
Zander Porter | Berlin / Los Angeles / Tokyo
[satellitic] 3M0T1NG | 2022
Zander is the third artist-in-residence at INPE (National Institute for Space Research) in the SACi-E program (Subjectivity, Art, and Space Sciences), curated by Fabiane M. Borges with academic supervision of Paulo Escada – DIEXC and COEPE. Zander’s research is titled “3M0T1NG” – mixing affects of the human and computation, moving-feeling the somatic cyborg. Xyr artwork at INPE performs a dance experiment in the architecture of the anechoic chambers of INPE’s LIT (Laboratory of Integration and Testing), proposing the body as a satellitic object enacting a social matrix in the absence of human collaborators.
ARTIST BIO
Zander Porter (ザンダー・ポーター) is an artist from Los Angeles, based primarily in Berlin. Working between liveness and onlineness, ze interpolates (dis)identification and (dis)embodiment as phenomenological inquiries between surface, soma, portal, and psyche. Zander’s practices negotiate attention, gender, affect, subjectivity, and role play through an approach to internet semiotics, hormonal technologies, and surveillance paradigms with a mixture of curiosity, reverence, and skepticism. Ze articulates byproducts (performativities) of this negotiation as (technogenetic) matrices of queerer relationality.
ARTIST WEBSITE https://zanderporter.com
Zkymicx | Brasil
Zkymicx Pwuhodra
ESC vive com 4 gatos, é uma estrela dançante, faz xilogravuras e circula pela cidade.
Captura # 7 | 2020
Robôs Disneylândia - Descoberto por Thiago, Sub-Apóstolo-Pioneiro do Telegrama.
Peg & Lev | 2020
Comunicação digital.

































































































































































































































































































































