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Imagens da Imanência
Regimes de Visibilidade e Partilha Sensível nas Metrópoles de Vigilância e Controle

A primeira imagem de sensoriamento infravermelho 1972
Earth observation composites / Landsat NASA / USGS, desde 1972
TV Buddha Nam June Paik, 1974
CYSP-1 Nicolas Schöffer, 1956
Movement in Squares Bridget Riley, 1961
Broadway Boogie Woogie Piet Mondrian, 1942-1943
Nocturne in Black and Gold: The Falling Rocket James McNeill Whistler, 1875
Interiores com janela Johannes Vermeer, séc. XVII
A Ronda Noturna Rembrandt, 1642
A Escola de Atenas Rafael, 1509-1511
A Última Ceia Leonardo da Vinci, 1495-1498
Las Meninas Diego Velázquez, 1656
Catedral de Rouen, série Claude Monet, 1892-1894
Impression, soleil levant Claude Monet, 1872
Boulevard du Temple de 1838 Louis Daguerre
View from the Window at Le Gras Joseph Nicéphore Niépce, c. 1826/1827
Draughtsman Drawing a Lute _Albrecht Dürer_1525
Plato's Cave 1604 Jean Saenredan
Cronofotografias do movimento_Étienne-Jules Marey_1880
Light-Space Modulator László Moholy-Nagy, 1930
Proun Room El Lissitzky, 1923
The Blue Marble NASA / Apollo 17, 1972

A Imanência esse turbilhão de Luz

A luz atravessa a história das imagens como matéria sensível, princípio óptico, inscrição técnica e operação informacional. Da camera obscura à perspectiva, da fotografia à cronofotografia, da pintura impressionista à arte cinética, do vídeo em circuito fechado à imagem orbital, a imagem deixa progressivamente de se apresentar como superfície contemplativa e passa a funcionar como campo de relações. No regime digital, essa história se reconfigura em sensores, pixels, matrizes RGB, nuvens de pontos, imagens térmicas, satélites e sistemas de visão computacional. A luz, convertida em dado, já não apenas revela o mundo: ela o mede, o calcula, o distribui e o torna operável.

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